"A convicção profunda de que a morte não é o fim inspirou muitas realizações na Arquitetura, na Música, na Literatura e na Arte, e é partilhada por todas as culturas. Mas, mesmo antes de morrermos, as religiões nos prometem vitórias rápidas sobre a decadência física, as doenças e a morte - elas nos prometem milagres."
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Ronda-me o fenômeno de ser sempre lembrada por inteiro, assim: nome e sobrenome. Pessoas da pré-escola gritam na rua: "Camila Cortielha! Você não mudou nadinha!" Um cara no ônibus sentou do meu lado outro dia e disse "Você é a Camila Cortielha, fiz judô com você em 1992, tudo bem?" Uma amiga conversando no MSN comenta que foi ao "cinema com a Camila Cortielha". E por aí vai.

Constantemente, ao observar os convites de amigos no Orkut, eu fico imaginando os calouros de sites de relacionamento tentando lembrar (com alguma dificuldade) qual o conhecido mais distante de quem sabem nome e sobrenome para começar nele a procura de figurinhas distantes e chego à conclusão que eu sou a única pessoa que os outros lembram d-i-r-e-i-t-i-n-h-o como se escreve nome e sobrenome. Depois eu penso que também posso ser a única pessoa a escrever EXATAMENTE meu nome e sobrenome no Orkut.

Mas sempre que caio nessas divagações eu chego à conclusão de que eu gosto tanto do meu nome que, desde os primórdios, eu ensinei a todo mundo que ele é fácil, simples e bonito.

E de nada adianta ter um apelido curto e monossilábico porque quem é de lembrar costuma saber de tudo e quem é de esquecer não lembra nada de qualquer maneira.
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Eu tenho um problema com ditados. Problemão. Alguns são engraçados, poucos eu não posso discordar, mas tem outros que me soam criados por publicitários para manter o padrão ESTÚPIDO de população que nós somos.

O ditado que eu mais gosto:
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha.
Talvez justifique porque eu tenho um blog ou porque eu defendo minhas opiniões com mais afinco na internet: ninguém pode me interromper quando eu estou falando e eu consigo acabar todos os meus raciocínios em paz, mesmo que não haja alma prestando atenção.

O ditado que eu mais odeio:
Manda quem pode e obedece quem tem juízo.
Além de burrice, isso é uma afronta. Inteligência não tem nada a ver com status socio-econômico. E, na minha casa, me ensinaram que quando eu vejo uma coisa errada eu tenho que gritar, discordar e reclamar. Esse blog chama Petulância não é por acaso. Obedecer TUDO é estupidez.
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Especialmente para minha amiga Ceci, que está assustada com as peripécias de Gabriel, ficar sabendo que elas podem ser úteis um dia.

Ai, ai, ler esse livro do Calvin e Hobbes fez maravilhas para mim nesse fim de semana enclausurado.

Engraçado como eu ESQUECI como eu brincava quando tinha sete anos. Não porque eu tenha parado de brincar, mas passei a fazer de maneiras diferentes. Acabo de lembrar de uma diversão que me ocupava por horas: era tipo uma "Olimpíada do Faustão". Uma das provas consistia em atravessar (aos pulos) uma "ponte" que eu construía enfileirando todas as cadeiras da casa. De todos os tombos, a única cicatriz que eu tenho é na orelha(!).



Resolução de vida: ter uma piscina de bolinhas em casa.
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