Uma coisa que eu NUNCA entendo é a necessidade dAs Pessoas apontarem coisas ÓBVIAS para os outros. Tipo eu super entendo um virar para outro e dizer "tem um negócio no seu dente", "grudou papel higiênico no seu sapato" ou "tem pasta de dente na sua blusa". Mas não é disso que As Pessoas gostam de falar. Inclusive, nos casos citados, tem gente que deixa passar de propósito só para ficar rindo da cara do sujeito. Porque As Pessoas têm espírito de porco, não é?
O que As Pessoas gostam de falar é do óbvio. Tanto que temos apelidos tão criativos como "vara-pau", "quatro-olhos", "balofo" e coisa e tal. O óbvio é mais engraçado porque é fácil de ver e a gente já sabe que As Pessoas não são seres muito brilhantes.
E olha que eu sou super consciente dos defeitos e obviedades que carrego. Do lado bom, é óbvio que eu sou "japa". Do lado ruim, é óbvio que eu sou gorda. Eu conheço os meus antecedentes e a raiz genética é inegável. Eu compro minhas próprias roupas e sei o tamanho escrito na etiqueta. Eu sou tão, mas tão consciente de mim mesma que até escolhi para usar como nome de DJ "Miss Simpatia", por causa da música do vídeo aí embaixo.
Reparou que a letra fala que a Miss Simpatia leva um fora porque não é muito bonita? Então, se não fosse causar muito incômodo, seria legal para caramba As Pessoas pararem de apontar coisas ululantes em mim, porque eu já estou sabendo!
Inclusive, aproveitando a deixa, fica avisado aqui que mudei a grafia do nome de DJ, que agora é Mi Simpatia porque antes carregava dois ésses desnecessários. Ah! E eu discoteco nesta quinta-feira, lá na Obra.

[...]Continue
O que As Pessoas gostam de falar é do óbvio. Tanto que temos apelidos tão criativos como "vara-pau", "quatro-olhos", "balofo" e coisa e tal. O óbvio é mais engraçado porque é fácil de ver e a gente já sabe que As Pessoas não são seres muito brilhantes.
E olha que eu sou super consciente dos defeitos e obviedades que carrego. Do lado bom, é óbvio que eu sou "japa". Do lado ruim, é óbvio que eu sou gorda. Eu conheço os meus antecedentes e a raiz genética é inegável. Eu compro minhas próprias roupas e sei o tamanho escrito na etiqueta. Eu sou tão, mas tão consciente de mim mesma que até escolhi para usar como nome de DJ "Miss Simpatia", por causa da música do vídeo aí embaixo.
Reparou que a letra fala que a Miss Simpatia leva um fora porque não é muito bonita? Então, se não fosse causar muito incômodo, seria legal para caramba As Pessoas pararem de apontar coisas ululantes em mim, porque eu já estou sabendo!
Inclusive, aproveitando a deixa, fica avisado aqui que mudei a grafia do nome de DJ, que agora é Mi Simpatia porque antes carregava dois ésses desnecessários. Ah! E eu discoteco nesta quinta-feira, lá na Obra.

Meu peito tá cheio de coisa a ser dita. Tá pesado, carregado, me sufocando. São falas de brigas que eu não tive mas gostaria de ter tido, ou de brigas que eu tive, mas não tive coragem de falar na cara. Então vai aí uma pequena coleção, só para aliviar o peito aqui dentro.
- Eu odeio que você tenha estragado mais essa parte da minha vida.
- Por que você não me contou antes? Eu não sou uma boneca de porcelana e me tratar assim é mandar a mensagem errada, coisa que nenhum de nós precisa.
- Eu acho uma merda que você nunca fale comigo, eu sinto a sua falta e nunca tenho a oportunidade de demonstrar. Apesar de ser muito cômodo colocar a culpa toda em mim, você sabe que as coisas não são bem assim.
- Só porque eu vi você fazendo coisa errada, não significa que eu sou sua cúmplice.
- Cara, preciso de você vivo.
- Os números não mentem: você precisa me ouvir.
- Eu morro de inveja da sua vida.
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- Eu odeio que você tenha estragado mais essa parte da minha vida.
- Por que você não me contou antes? Eu não sou uma boneca de porcelana e me tratar assim é mandar a mensagem errada, coisa que nenhum de nós precisa.
- Eu acho uma merda que você nunca fale comigo, eu sinto a sua falta e nunca tenho a oportunidade de demonstrar. Apesar de ser muito cômodo colocar a culpa toda em mim, você sabe que as coisas não são bem assim.
- Só porque eu vi você fazendo coisa errada, não significa que eu sou sua cúmplice.
- Cara, preciso de você vivo.
- Os números não mentem: você precisa me ouvir.
- Eu morro de inveja da sua vida.

Nem toda data é comemorativa. Há um ano atrás, no dia 1º de julho de 2007, o canal Fox foi protagonista de um dos acontecimentos mais absurdos da história da TV paga do Brasil. Movido por interesses comerciais, o canal simplesmente deixou na mão uma significativa parcela de seus assinantes, acostumados a assistir seriados como Nip/Tuck, 24 Horas e Bones com áudio original e legendas em português. Passou a dublar todo o seu horário nobre, da noite para o dia, sem aviso prévio, sem consulta, sem dar nenhuma alternativa ao telespectador.
De lá pra cá, tudo o que o canal ofereceu ao seu assinantes foi um remendo. Ainda assim, um remendo ruim. Apenas os assinantes de algumas operadoras conseguem hoje trocar o áudio e habilitar legendas para assistir aos programas do canal – sendo que, muitas vezes, quando tem acesso a este opção, assistem programas com legendas mal feitas, fora de sincronia ou mesmo de episódios trocados.
Neste dia 1º de julho, diversos blogues estão unidos para lembrar esta data – o canal pode ter esquecido do que fez, mas nós não esquecemos.
É só trabalhar no CTRL+C/CTRL+V, gente!
Porque, como diz o Bressane: cada vez que eu choro, o google me vê. cada vez que reclamo, crio relevância pra este assunto na internet. quando as pessoas comentam, a relevância aumenta. com isso, mesmo que a
