Descendo a rua da minha casa, tentando conciliar coisas. No lado oposto, na calçada do outro lado da rua, algo furtado, roubado, no lugar errado. Não posso perder a chance. Não só não perco como vou correndo. Pego e tomo conta. É meu. Agora eu tenho um carrinho de supermercado no meu quarto.

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