Um dia essa quebradeira ainda me mata, mas enquanto eu estiver vivendo eu estou agarrada nela. Eu tenho o rock e ele me salva sempre, mesmo quando eu acho que não vai ter jeito. Todos os dias desde o último: [piada interna] hot-ice baby [/piada interna], cerveja gelada, espancamento total, agressividade em tudo, sinceridade evidenciada, gêmea siamesa, excesso, excessão, vontade, saudade, coisas.
Na quinta-feira, er... Na sexta-feira, telefonema, cadê você? Cadê ele? Cerveja, aqui, vem. Conversa. Nenhuma das duas chorou o tanto que queria. O menino da tatuagem fodésima. Duas horas de sono, carona para a faculdade. Na hora que eu pisei na PUC, cadê as minhas fichinhas de cerveja? Eu te conto! No meu quarto, dentro da minha agenda, debaixo da minha bolsa. A minha bolsa? Ish... Procura à carro emprestado e motorista desposto. Amigo que estava com carro do amigo, telefono para o amigo. Posso? 'Pode.' City Nóia de dia é MUITO diferente que de noite... Casa do amigo número três, documentário sobre os 'Vivos', bodação, incômodo com o mal-estar da amiga, felicidade com a paz do amigo, confortável encostada ali. Muita expectativa para a cervejada, chegando lá o inesperado e o esperado e o desejado. Todo mundo e ninguém estava lá. Não deveria ter encontrado o amiguinho, conversar de coisas me deixam bêbada mais rápido...
Dormir no ônibus já é uma coisa muito normal, eu devo roncar horrores para todo mundo ver!
Putaquepariu! Eu tenho altas coisas massa para contar desse dia e tinha até acabado o post. Mas essa merda tá brigando muito comigo hoje. Muito demais. Horrores. Merda.
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