KITO

Amo você!
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POSSO FALAR?
Agora eu acho que posso. Tô com saudade do meu na-mo-ra-do. Blah.
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MINHA VIDA
Alguém já leu? Da Suzana Flag, pseudônimo de Nelson Rodrigues? Pois eu li. E várias vezes me confundi com Suzana. Sei lá, mas é tipo assim mesmo. Suzana não ama ninguém, mas se sente ótima por se saber amada por vários e tem ciúmes mortais deles. Mesmo que seja imundo ser assim, acho que é assim que somos todos. Até encontrar um amor incondicional, pelo menos. Ou não, ainda tem muitos que dizem ter encontrado o amor da vida continuam Suzana Flag. E li o livro todo em três dias.

E tem três dias que eu nem vou na faculdade. Nem apareço, nem dous as caras, nem estou com vontade.

A única vontade que tenho tido, ultimamente, é chutar o pau da barraca, jogar tudo pro alto e ver se assim eu sou feliz. Mas eu sei que isso é fuga, assim como todas as outras coisas. Não adianta mais fugir, já estou crescidinha demais para isso. Não adianta mais enfiar a cara no travesseiro e chorar porque estou descontente da vida, ninguém mais vai entrar no meu quarto à toa e me flagrar dessa maneira. Nem adianta mais ler livros e tentar escapar no romance, agora que sei pelo menos identificar os meus sentimentos e emoções sei o quanto é tudo mentira (me fazendo cair de todas as escadas de ilusão e sonho) ou verdade (mostrando a real face, a sujeira).

E no meio disso tudo, numa agitação impressionante. Ágil, produtiva, criativa, útil (até que enfim) e descontente pacas. Dando minhas risadas, rindo pra caralho e coisa e tal. E recebendo uma visita inesperada que trouxe chocolate. Lindo!
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X - MEN
Todo mundo já falou isso e hoje eu vou repetir. Pra que diabos existem ex-namorados?! Para encher o saco, não é? Sei lá. Pode ser também para dar aquele apertinho no coração de vez em quando, à toa e sem explicação. Já vim sentindo isso hoje, vi uma amiga muito angustiada com isso, não consigo tirar o ultimato do meu psicólgo da cabeça.

'Você tem que decidir se ele é mais um de seus ex-namorados ou se ele é O Ex-namorado!'

Tá, bem óbvio qual dos dois ele é. De que adianta eu saber disso, porra?

Se, ainda assim, ainda em outra, ainda depois desse tempo todo, ainda sinto essa porra desse apertinho quando penso...

ARGH!
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SUZANA FLAG
adorei, kito!

E para fazer juz ao fansign que o Cassiano (Tudibaum!) fez para mim, saí para a gandaia ontem às 2h30 da madrugada (de hoje, né?!). Tipo, sem juízo, mas normal.

Só isso que eu queria contar por agora, o resto vai ser meio com a cabeça quente que vai sair, então deixa pra daqui a pouco...
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É impressionante. Parece uma unanimidade. Quando você está com pressa todas as outras pessoas do mundo fazem as coisas muito devagar.

Ontem foi foda lá na faculdade. Dois seminários a apresentar. Antes de apresentar tem que montar, mas vocês acham que alguém me ajudou? Teve uma hora que eu quase gritei: vocês acham que eu sou a secretária de vocês?! Não gritei mas comentei com uma pessoa de fora, precisava tirar aquilo do meu peito. Eu estava esperando só alguém me pedir café. Mas é foda, eu tinha que agilizar o processo, se eu não fizesse ninguém ia se mover; e era Economia e valia 20 pontos e eu tirei 4 naquela prova valendo 30.

Mas fiquei puta, puta mesmo, foi na hora de imprimir o trabalho e xerocá-lo em transparências... Eu sou muito viciada em atalhos, sei os atalhos para tudo, abro um disquete em meio segundo. E ontem demorou aaaaanos. E as transparências? Putz!

Ah, mas passou e tudo. sem draminhas.

O que tem acontecido de estranho é que eu estou meio de férias de escrever. Guardar um pouquinho a inspiração para quando voltar despejar milhares de coisa ao mesmo tempo. Só que com isso a minha capacidade imaginativa está muito mais ativa. Tenho ouvido altas vozes dentro da minha cabeça. Assim, eu começo a imaginar situações que dariam boas histórias e depois, enquanto vou pensando em desdobramentos, sem que eu perceba eu estou vivendo ela dentro da minha cabeça. O envolvimento é tanto que tem hora que eu não sei mais se aquilo só está acontecendo na minha cabeça mesmo ou se tem um maluco na porta de casa praticamente arrombando e mandando a Cíntia (o nome da menina que eu estava "fazendo") "Sair já ou morrer agora!"

Sei lá, ontem a noite fiquei neuradona, meu coração disparou, comecei a suar, me encolhi na cama, chequei se todas as portas estavam trancadas e só consegui desligar aquelas vozes na minha cabeça depois de tomar um banho e me concentrar na música que tocava no meu stereo.

Hasta!

Mi, que sente saudade de escrever posts diarinhos
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MESTRE É MESTRE MESMO
Como se diz no mercado financeiro:
Quando a chuva é de caralho, pega um pequeno log e sai fora!
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WAZUP?!


Egotrips, egotrips, saiam já de perto de mim! Hahaha
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CAN ANYBODY FLY THIS THING?
Eu assusto as pessoas. E é para assustar mesmo. É porque só me aguenta quem... Sei lá. Porque vocês me aguentam, hein?

E depois de tanto tempo volto para o Vinícius (meu computador chama Vinícius) e para a porra da internet discada. Fazer o quê? E o final de semana de quatro dias acabou com o meu salário. E a semana foi foda, difícil e pesada. Horrorosa. Stress no serviço, atolada na faculdade. Emoções me engolindo e tem que aguentar isso tudo sorrindo, porque afinal de contas nem tem outro jeito mesmo.

Quarta-feira, saindo do serviço com a Fá, voa uma pedra no ônibus. Terror. O vidro estoura, a pedra cai a dois metros de mim. Uma pedra gignte. Estilhaços do vidro arranham o pescoço do trocador, o único passageiro que ia na frente passa a roleta desesperado, os olhos esbugalhados de medo. Todo mundo acha que é tiro. Desespero. O motorista pára o ônibus e vai procurar o responsável. Mais medo. Medo de ficar parada, trancada, sem ter o que fazer, sem ter como agir. Uma pedra atingiu o meu lugar favorito do ônibus, aquele banco alto antes do trocador, e se eu estivesse lá? A cabeça partida no meio, morta em um lugar horroroso. Pânico. E se tivesse acertado o trocador e ele morresse na nossa frente. Eu não ia aguentar ver esse tipo de sangue de novo. Rio, como sempre rio das 'tragédias'. Passou, vamos embora logo! Demora para sair dali, cabeça em dois mil outros lugares além de ali. Vivas, com mais uma aventura vivida. Mas vivas. Mais vivas?

Quinta-feira, o maior stress de todos. Como se eu já não estivesse nervosa o bastante. Vou chorando para a faculdade, brigo com a amiga no telefone, pego o táxi para chegar quase na hora, sem condições nenhuma de fazer uma prova oral. Professor carrasco, irônico, metódico e frio. Alunos mal preparados e nervosos. Ninguém sabe como agir. Péssima prova, péssimo dia. E aí? A gente vai ser ver? 'Não.' Morri naquela hora. Não precisava de mais nada. Desabei em lágrimas e tentei me esconder. Não me deixam só, querem me ajudar, não sei como desabafar com eles. Mas eles chegaram e começaram a conversar comigo e eu sei que não estou sozinha nessa merda de revolta com a vida. Todos os planos sumiram e eu precisava de um novo. E Bar do Zé e eclipse do lado de alguém muito gato e alguém muito querido e alguém muito sutil. Conversas inacreditáveis, uma menina que gosta muito de chamar atenção, um menino que gosta inexplicavelmente de mim. Um homem que olha na minha alma e me dá arrepios. Um cara que lê meu blog, sabe meus segredos e os mantém assim, secretos, se abre comigo. Surpresa, vamos para A Obra. Você sabe que eu leio seu blog, não sabe? 'É, eu também leio o seu.' Sorriso. 'Você escreve muito sobre...' Não consigo lembrar o final dessa frase. Uma conta de quase 50 reais. Carona, casa de conhecida, incômodo, amigas discutindo, alguém muito triste. Sono, despertador, táxi, cigarro, trabalho, rotina.

Sexta-feira me dei o direito de nem aparecer na faculdade. Ótimo. Vou descansar. Qual o quê! Me liga uma louca. Another teenager night. Pelo menos a gente ri bastante e fica quase (ou muito) bêbada e anda de carrinhos de supermercado. E leva a irmã para o crime. E compra ioiô.

Sábado. Ansiosa. Encontro com toda a crew, todo mundo junto e feliz de novo? Ele chegou, eu vi mas não consegui cumprimentar. 'Por que ele não vem aqui?' 'Porque é bicha!' Todo mundo bonito, é bom ver as pessoas assim. Obra lotada, muita gente conhecida espalhada por todos os lados. Pessoal da net, pessoal da PUC, pessoal da Obra, pessoas, pessoas, pessoas. Muita vontade de fazer xixi, fila do banheiro enorme, vamos no banheiro masculino. Inícios de desentendimentos, eu estava decidida. Tenho que encostar na parede, pressionar, insistir, insistir, pegar no pé, persistir, isso tudo só para conseguir chamar de namorado. Mas conseguimos. E depois eu cochilei, cedi finalmente. Sanduíche gostoso. ônibus com duas pessoas, pergunta se essa pessoa não conhecia alguém que eu conheço? Merda de roça, roça linda, como amanhece lindo nessa cidade!

Hematomas na perna, cortes e machucados. Uma dor de domingo que eu conheço há muito. Show do Los Hermanos na TV, queria estar lá e rir daquela figura de cabelo comprido e grande ao vivo. Especial dos Beatles, atraso, correria, consegui ver o filme. X-men 2 na tela grande ao lado de amigos. A melhor metáfora para a adolenscência. No meu caso, a melhor metáfora da vida. Um dos diálogos mais significantes do cinema, uma coisa boba que reflete coisas para caralho. Lanche bom, papo gostoso, alívio de um trabalho que eu não ia saber como fazer, retorno para casa. Mais um ônibus com duas pessoas.

'Quem está sempre assistindo, esperando o que vem depois, nunca age. Assim deve ser o bom espectador.'

E enquanto isso a confusão que impera neste post impera na minha vida. E ele foge de mim.
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ESPECIAL BEATLES
Eu não lembro mais com quem eu conversei a respeito disso, eu não lembro quem lia meu blog na época que eu li o Máquina de Pinball, mas se tem alguém aí que se lembra levanta o dedo e se identifica.

Naquela época que eu descobri a Clarah Averbuck no Musicaos e entrei no blog dela imediatamente e saí de casa correndo para comprar o livro. Exageros, calma, exageros. E olhem só, eu me chamo Camila tem vinte anos, isso nem fui eu que escolhi. E cresci sem nem ter idéia de quem era a Lady Averbuck e seu alterego Camila. E aí quando eu encontrei essa Clarah e li as coisas que ela falava dessa Camila e as coisas que essa Camila pensava e fazia e coisa e tal eu fiquei de cara. Essa Camila sou eu. Quer dizer, é como eu me enxergo e tal, né. Mas essa Camila sou eu.

Aí o Máquina de Pinballl foi adaptado para o teatro e a Clarah foi ver e escreveu uma crítica e tem uns pedaços assim:

A Camila não é muito lôca. Ela é uma garota durona, quase séria, afogada em ironia. A vida dela é uma merda e ela não tem dinheiro nem emprego. Ela não fica dançando e sendo muito louca e muito bêbada. A Camila da peça é expansiva demais. A minha Camila é mais introspectiva, a ação está dentro dela. Repito, ela não é muito lôca. Ela não é moderna e locona, não fica se sacudindo pelas paredes da vida. Ela é dramática. Como eu. (...) Drama. Sofrimento. Falta drama e sofrimento, a vida não é uma festa, a vida não é bebedeira e festa. Bebedeira e festa são maneiras de escapar de uma vida de merda. Bebida aplaca a dor. Por isso que ela bebe. Não porque é muito lôca. Porque ela sofre. Porque ela é depressiva e suicida, mas não uma depressiva suicida que fica se arrastando pelo chão. A ironia é a grande arma para fugir disso. "Minha desgraça é sempre engraçada", diz ela. E eu. (...) O Rock. Rock não é música. Não é música que toca na rádio. Rock é algo que envolve a vida inteira da Camila e a minha também. É como o líquido amniótico, o cordão umbilical. Ela vive isso. Respira isso. Se apoia nisso. Não é apenas música.

Então, pode ser que eu esteja viajando e pode ser que não. Mas essa aí sou eu cuspida e escarrada. E é foda. E tem gente que não gosta da Clarah Averbuck e na verdade isso não importa. Porque eu ainda tenho o rock.

E atrasei para o cinema hoje por causa do especial Beatles da MTV.
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APENDICITE
Sabe o que é um apêndice? Exatamente assim que eu estou me sentindo.
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TAKEOFFS AND LANDINGS


E nesse friozinho gostoso nada cairia tão bem quanto se enroscar feito um par de cobras debaixo do edredon numa ótima companhia. ;) Um aconchego, algo para se agarrar e só soltar quando for de manhã e os pesadelos sumirem. Alguém para esquentar os pés e encaixar o corpo. Uma companhia de calor, harmonia e proteção. Alguém em sintonia. Alguém a se explorar cada centímetro do corpo e com isso descobrir cada detalhe do amor. Me perder nos minutos longos de admiração e devoção, nas ondas de energia recebidas, nos ofegantes suspiros, nos gestos que se completam. O calor externo e físico. O calor interno e transcedental. Pele, carne, unhas, excreções. Suor, lágrimas, porra, sangue. Tudo que vem de dentro se perdendo em uma cama com dois corpos. Uma nuvem de sentimentos tão intensos que praticamente cheiram. E só ser inteira por uma noite. Pelo menos.

E a lua.
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ALÍVIO
Então, vocês sabem que eu faço oito matérias na faculdade, não sabem? Antropologia Cultural, Produção Gráfica, Economia Brasileira, Planejamento de Relações Públicas, Oficina de Texto III, Cultura Brasileira, Redação Jornalística e Administração e Assessoria de Relações Públicas II. Essa semana meus compromissos acadêmicos eram: oito questões respondidas para Antropologia (25 pontos), Etapa A do House Organ de Produção (10 pontos), resenha de Economia (10 pontos), um seminário de Economia a ser apresentado semana que vem (20 pontos), resenha do Nelson Rodrigues para Oficina (10 pontos), resenha de Cultura Brasileira (5 pontos), sugestão de pauta para Redação (10 pontos) e uma prova oral de Administração e Assessoria em RP (15 pontos). A resenha de Economia eu fiz espantosamente bem, o trabalho de economia era em grupo e um cara que a partir de hoje eu amo fez para nós sozinho, o trabalho de Antropologia uma menina da minha sala fez tudo e pôs meu nome antes de receber a minha parte (que eu não tinha feito), a sugestão de pauta um amigo meu vai fazer em troca de um sorvete, a resenha do Nelson Rodrigues já está quase pronta, metade da matéria da prova do de Assessoria eu já sei, o house organ está pronto e a resenha de Cultura resolvo com 5 minutos de pesquisa na internet. Ufa! Uma semana que parecia que ia ser impossível e me matar se 'resolveu' antes da terça-feira acabar. Não poderia estar mais aliviada. Mas nem por isso desocupada. Tenho um trabalho que vale 50 pontos para começar, desenvolver e acabar. Isso é o que mais pesa, mas ainda tem outros e outros e outros.

E respirar só quando as férias chegarem. Eu acho.
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ESTÁ GIGANTE, MAS É ENGRAÇADO
Então, como estão? Segunda-feira é estranho para caralho, não é?! Para mim é mais ainda... Tem uma energia que brota não sei da onde que me faz ficar meio louca. E animadinha. E cantarolando e assustando o mau humor habitual de todo o resto do mundo em uma segunda-feira. Acho que é exatamente por isso.

Me acordam com um: 'Não vai trabalhar, não, Camila?' dito em tom bastante agressivo e eu respondo, preguiçosa: 'já vooooooooooooooooooooou'. Ai ai. É até engraçado. Minha mãe morre de rir desse meu humor de segunda-feira. É o tipo da coisa que não dá para entender.

Aí eu estou cansada horrores dessa pança gigantesca que me encara no espelho todos os dias, né?! E decidi emagrecer de novo. Sexta-feira foi a primeira consultinha com a Dra. Eu Tomo Anfetaminas. Primeira desse ciclo, para deixar isso bem claro. Ela me puxou a orelha, o que todos tínhamos certeza que ia acontecer. E me chamou de sem vergonha, o que eu não sabia que ela tinha a petulância de fazer, mas está certíssima, sabe...

Aí eu tinha esquecido que a combinação do remédio de emagrecer com os outros remédios dá viagem, né?! Me arrumo para ir para o trabalho, tomo meu iogurtezinho (diet), engulo aquelas cápsulas e aqueles comprimidos e me dirijo ao metrô. Rotina normal, ligo o walkman, espero o trem chegar, blá blá blá.

Umas três estações adiante está Camila quase gritando uhuuuuuu no metrô! Mas nem precisava disso para chamar a atenção! Eu já estava dançando e cantando (acho que gritando, mas nem sei) e rindo horrores de nada. Gente, eu já sou uma pessoa que chama atenção, né?! Imagina essa cena... Camila, uma menina de uns 1,60m, gordinha, com um fone de ouvido saindo da mochila, segurando uns cadernos, em pé no metrô vazio dançando e cantando?! Ai ai! Ganhei até dinheirinhos! Teve gente achando que eu estava fazendo show e na hora de descer me deu uns troquinhos. Faturei dois reais e setenta e cinco centavos! R$2,75! Posso investir isso como carreira, hein? Hein?

Aí toda empolgada que estava deixei a estação passar e talz. Mas para isso nem preciso de drogas, faço isso direto! (eu tenho que rir da minha cara) HAHAHA Então a estação passou, eu vi ela passando. Aí passou a outra. Aí eu estava lá no Eldorado e nem me tocava que tinha que sair do trem. O segurança teve que ir lá me chamar. Saí do trem e fiquei na plataforma, dançando ainda, cantando já não estava porque minha garganta está toda fodida. Aí o segurança veio me chamar de novo, perguntando se eu não ia embora, se eu ia pegar ônibus, se eu estava esperando alguém, se eu queria pegar o metrô para o outro lado, se eu era surda, se eu falava português, se eu era louca, se eu queria apanhar, seu eu precisva de ajuda etc. Isso ele me perguntando e eu respondendo 'Un-run!' para tudo. Sem parar de dançar. Quando me toquei, rolei no chão de rir (literalmente) e tentei explicar para ele do remédio, pedi desculpas e fui dançando para a plataforma certa de pegar o metrô de volta.

Esse já foi mais cheio e eu já estava toda tensa para não deixar outra estação no metrô e aí a história já começa a ficar chata.
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MINOLI
Para quem foi o emominas e gostou, clica na figura (abre em outra janela) e baixa uma música deles...

mais uma vez apenas penso e me calo

Mi, que faz propaganda bem feito (hehehe)
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PARA MIM É SPAM, MAS QUEM SE INTERESSAR...
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hahahahahahahhahaha
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MODE: FODAS 7.51b
Acho que muita gente não entendeu muito bem a minha poesia, eu até coloquei uma reedição dela no comment, mas agora que lembrei que poesia não se explica e que cada um entende do jeito que quiser, né?!

Então, fodas. O hiatus começou porque eu quis e vai acabar agora porque sim. Entendem a dinâmica? Não, essa Mi que vos fala agora não é a Mi normal, não. É a Mi que ficou sábado inteiro por conta da família, domingo inteiro paralizada na frente do computador e, quando menos precisava, foi tratada desse jeito desagradável por nada. É a Mi puta porque nada ultimamente tem saído do jeito que queria. É a Mi estressada porque na saída da Obra na sexta foi encostada na parede e questionada como se fosse namorada de um sujeito que não vê há "anos". É a Mi magoada porque teve que ficar até tarde passeando com a família em programas chatos e chegou em casa cansada quando poderia ter ido fazer bagunça com as meninas do serviço. É a Mi carente porque sozinha demais. É a Mi decepcionada porque era a única oportunidade das duas conversarem essa semana e ela teve que desligar o telefone. É a Mi tse sentindo burra porque não consegue entender nada de economia. É a Mi se sentindo idiota total por ter desligado o telefone na cara da outra. É a Mi estúpida por não admitir, por não falar, por não assumir... É a Mi deprimida, confusa, distante, estranha. Não é a Mi normal, mas ainda é a Mi.

Depois de reler esse post fiquei lembrando da musiquinha... MiMiMiMiMiMiMiMiMiMiMiMi < /piada interna> hahaha

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INFERRRRRNO!
The Dante's Inferno Test has banished you to the Seventh Level of Hell!
Here is how you matched up against all the levels:
LevelScore
Purgatory (Repenting Believers)Very Low
Level 1 - Limbo (Virtuous Non-Believers)Very Low
Level 2 (Lustful)Extreme
Level 3 (Gluttonous)Very High
Level 4 (Prodigal and Avaricious)Very High
Level 5 (Wrathful and Gloomy)Extreme
Level 6 - The City of Dis (Heretics)Extreme
Level 7 (Violent)Extreme
Level 8- the Malebolge (Fraudulent, Malicious, Panderers)Extreme
Level 9 - Cocytus (Treacherous)Very High

Take the Dante's Inferno Hell Test
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H_I_A_T_U_S
Quão tênue é a linha
que separa

a vida da morte
_______________
da morte da vida?
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GRgeUM#QQ
Três dias de semana passados. Três dias de apertos no coração. E não são apertos que vão e voltam, não. É um aperto que não muda, não diminui, não sai, não me deixa em paz. O que fica se alterando é o nó na minha garganta. De vez em quando está quase insuportável. É osso sentir as coisas físicamente assim. Senti que engordei muito esses dias, mesmo não tendo alterado minha dieta de uma refeição e meia por dia, mas olho no espelho e vejo um monte de banha a mais. Minhas unhas começaram a lascar e quebrar, meu cabelo está um caco, tá tudo desmoronando por aqui. E é de dentro.

Por favor, não me perguntem o que aconteceu. É a pergunta que mais me deprime. Aconteceu que eu estou assim e pronto. Foi isso que aconteceu. E eu não estou aqui tentando dar uma de coitadinha para vocês me perguntarem nada, nem querendo abafar assunto nenhum. É verdade: não aconteceu nada. Quer dizer, aconteceu que eu estou assim.

O bicho está pegando, sabe?! Passei do estado de responsabilidade nenhuma para responsabilidade total. Nesse mês que vem agora vou ter que me virar para assumir a função da minha companheira de trabalho e ainda dar um jeito de passar na faculdade. Isso é muita coisa. Oito matérias mais seis horas por dia sob total e competa pressão. Não rola. Sem contar os trabalhos finais que CINCO dos meus professores me colocaram para fazer. Está foda. Sabe o que está foda também? Não tô conseguindo desabafar com ninguém. Não consigo conversar, não consigo pôr nada, nadinha pra fora. Nem escrevendo está saindo. Agora está rolando porque eu estou me obrigando.

Tudo na base da obrigação agora. Mas porque será que eu não consigo me obrigar a ficar feliz, a ser zen, a ligar para ele, a chutar o balde e a ir para o cinema?
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BEM VINDOS À TOSCOLÂNDIA
Amigo que é amigo mesmo acorda você gritando no telefone, depois pede desculpas chamando chamando você de filha da puta, dá um tapa na sua cara quando se encontram e depois manda uma mensagem no celular:

"Que a nossa amizade seja como a bunda: sempre juntos e que merda nenhuma nos separe!"

Eu tentei ficar puta. Mas nem dá.
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ZZZZZZZZZZZZZZ
'Camila, seu cabelo está todo despenteado!' Eu gosto assim. 'Deixa eu arrumar?' Você já meteu a mão no meu cabelo, ué... 'Mas tá todo descabelado...' Saí cantando a música do Walverdes, Câncer. Porque ela é a típica menina que nunca vai entender porque eu ando descabelada.

O Anjo Pornográfico, do Rui Castro, é bom pra caraleo! Lembram do [mode camila leitora neurótica on]? Pois é, agora está no [turbo]! Hoje li mais de cem páginas só nas viajens entre compromissos...

Eu ia postar alguma coisa de mais útil. Eu não devo ter começado a escrever esse post assim à toa... Mas já está tarde demais e (pasmem!) estou caindo de sono aqui.

Bons sonhos a todos!

Mi, reticente demais, esperando o telefone tocar
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I WANNA SCREAM AT THE TOP OF MY LOANS
Não sei o que dizer. Não sei. Na verdade sei, mas não sei como. Despedidas são difíceis por isso. Compreendo a necessidade da distância e respeito a posição, mas os motivos não me satisfazem. Mas não quero sufocar, não quero começar o que pode ser uma briga, não quero magoar com mal-entendidos. E não quero parecer fria e distante. E também não posso deixar passar em nuvens brancas.

Ainda bem que choveu...
[...]

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NOVAS TECNOLOGIAS
Pessoas, anotem o telefone novo da Mi:
9928-8512
Quando alguém me liga toca "A Little Less Conversation", do Elvis, mas numa versão doida e tosca, que ninguém nem consegue identificá-la. Mas difícil saber qual é só eu cantando com a boca inchada de anestesia de dentista e tentando equilibrar o cigarro nos lábios. Ah, sim. Eu tentei fazer isso...
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MATE-ME POR FAVOR!
Até no wallpaper eu ando pedindo isso... Lindo.
[...]

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NO ESCURO A FUMAÇA NÃO É TÃO BONITA...
Cansada, dolorida, acabada. O objetivo foi alcançado e tudo aquilo que eu precisava de dançar foi dançado. A moça do Stereototal se empolgou com o meu empolgamento. Eu cantei em francês e tomei o que não devia. Aliás, fiz várias coisas que não devia, mas tudo numa ótima. Até dancei funk! Mundos velhos se misturam a mundos novos. Vem tudo em turbilhão e que bom ficar sozinha no meio de tanta gente. E que ruim ficar sozinha do lado de uma pessoa só. Dancer in the dark O sofá tudo de bom hoje não estava lá. Atrasada, sempre atrasada. Ah, eu queria falar mais, mas não sei o que...

Mi, cada vez mais Annie.
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SENTIMENTAL
Sinto, sempre sinto. Por que sinto tanto? Tanta sensibilidade... E num olhar uma nova esperança. E uma dor ao mesmo tempo. Um chamado, um pedido. Quero atender, mas como se nem sei o quê? "Não some não, viu?" Não, não sumo. Não quero e não vou. Mas você podia estar mais por perto... Podia chegar e me completar e ser tudo. Podia ser como um sonho bom que não tem fim e continua eternamente. Até que se acorde, dê um suspiro de despedida e continue por aí. Podia só completar e somar; sem perdas, sem danos. Podia ser simples, mas quem disse que isso existe? Podia vir não sei daonde e rechear a nós todos. Pode, pode escrever na minha vida e marcar para sempre. Pode, senta aqui do meu lado e saiba que seu silêncio me completa e que o meu silêncio me incomoda. Quando eu perco as palavras e quando eu não falo por estar inteiramente perdida. Aí já foi. Aí me perdi e quando eu vou me achar eu não sei. E não saber o que dizer pra você é um mero disfarce, porque eu só quero poder dizer que quero, que também sinto, que sou sentimental e sensível e não tenho vergonha nenhuma disso. Porque os meus sonhos antes eram impuros e sujos e agora eu só sonho com você. Você existe mas parece que só no meu sonho. Porque é só aqui que funciona e eu tenho e eu posso e eu sou. E eu tinha uma tênue esperança de ver você e na hora que vi nem soube o que fazer. E ao ouvir você gritando meu nome só pude sorrir. E eu posso estar sonhando agora mesmo, mas quero. Quero, quero sim. Sabe, quero você.
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POSER
Sabe, eu estou com uma vontade imensa de dar uma de pseudo-cult-intelectual e gastar meu salário todo em livros. E entupir meu rabo de palavras e linhas e coisa e tal. Alguma sugestão?
[...]

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I FEEL TOO YOUNG TO HOLD ON. I'M MUCH TOO OLD TO BREAK FREE AND RUN
Looking out the door I see the rain fall upon the funeral mourners Parading in a wake of sad relations as their shoes fill up with water And maybe I'm too young To keep good love from going wrong But tonight you're on my mind so (you'll never know) I'm broken down and hungry for your love With no way to feed it Where are you tonight? Child, you know how much I need it. Too young to hold on And too old to just break free and run Sometimes a man gets carried away, When he feels like he should be having his fun And much too blind to see the damage he's done Sometimes a man must awake to find that, really, He has no-one... So I'll wait for you... And I'll burn oh Will I ever see your sweet return, Oh, will I ever learn? Oh lover, you should've come over 'Cause it's not too late. Lonely is the room the bed is made The open window lets the rain in Burning in the corner is the only one who dreams he had you with him My body turns and yearns for a sleep that will never come It's never over, my kingdom for a kiss upon her shoulder It's never over, all my riches for her smiles when I slept so soft against her... It's never over, all my blood for the sweetness of her laughter It's never over, she is the tear that hangs inside my soul forever Maybe I'm just too young to keep good love from going wrong Oh... lover you should've come over... 'cause it's not too late... I feel too young to hold on I'm much too old to break free and run Too deaf, dumb, and blind to see the damage I've done Sweet lover, you should've come over Oh, love I'm waiting [I waited] for you Lover, you should've come over Cause it's not too late
[...]

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SOBRE MENINOS BÊBADOS, DE HOJE E MUITO TEMPO ATRÁS
Meninos bêbados devem ser ignorados.
Meninos bêbados deveriam esquecer como se diz 'eu te amo'. Mesmo que eu conheça as circunstâncias, dói ouvir sabendo que é mentira.
Meninos bêbados deveriam ser proibidos de ter namoradas tão bonitas. Te cantam, viram pro lado e beijam ela.
Meninos bêbados deveriam ser menos impulsivos. E ficar longe de pessoas impulsivas.
Meninos bêbados deveriam ser trancados dentro de casa e esquecidos.
Meninos bêbados deveriam ser proibidos de fazer música.
Mêninos bêbados me divertem, mas nem deveriam existir...
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CHEGA, DORME, COME, SAI
Seis horas da manhã, o céu clareando nublado, sombrio. Parecia Europa. Aquela chuva fina, fria, cortante, um vento constante e apavorador, uma idéia de que nunca se chegaria em casa. Os ossos doloridos e as pernas descobertas colaboravam para o péssimo cenário. Nenhuma alma viva na rua e todos os meus fantasmas me perseguiam. "It's not going to stop 'till you wise up.." Do nada me vem a melodia de Aimee Mannn na cabeça e um sentimento de liberdade imenso invade meu coração. A rua já não era mais uma prisão e o frio não era mais uma arma. O pequeno fogo do isqueiro serviu para me esquentar e a fumaça do cigarro virou meu escudo, cheguei em casa saltitando apesar da tendinite estar gritando e quase me matando. Ótimo! Ah! O Eletronika, né?! O que eu tenho a dizer? Duva é bizarro, Laub é bonito, Ellen Allien é linda e deixou a pista redondinha, Brian Gee tem a manha TOTAL, Marky dá aulas de drum'n'bass ao vivo e me deixa louca louca louca e o Leonardo Cohen está com uns discos MUITO bons, apesar da porra do vídeo que passava atrás dizendo love techno...

ESTOU ME ACABANDO!

Toda dolorida, cansadona, com princípio de gripe, garganta toda fudida, tô saindo para mais uma noite de 12 horas! E tudo o que tenho a declarar é que esse povo do eletrônico é o que mais tem a manha de fazer sofás!

Mi, que hoje só tem espaço para Aimee Mann no computador...
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TIME ISN'T ON MY SIDE
Timing é o maior problema de todos... Hoje pelo menos esse é o meu maior problema.

Sexta-feira não é dia de agarrar no trabalho. E hoje agarrou. Não sei se essa história de editora nova vai funcionar, não. Sem preconceitos nem nada, mas ela parece ser muito desorientada e indecisa para ser editora. Há jornalistas e jornalistas, e há jornalistas que podem ser editores e há jornalistas que nasceram para ficar a vida inteira recebendo ordem de editores picaretas. Claro que posso estar me precipitando, mas é isso aí que eu estou achando mesmo...

Atrasada, já começou os Novos Trópicos no Palácio das Artes. E ainda tenho que escrever o relatório para meu chefe... E hoje o relatório será gigante! hehehe

E depois de esperar tanto tempo e quase esquecer que eu era mulher, hoje era o último dia que eu queria ficar menstruada...

Bom final de semana para todo mundo! E, aguardem, Mi cada vez mais neurótica compulsiva de tudo: ciagrro, coca-cola, livros, papéis, desenhos, internet, macs, bla bla bla bla bla bla bla...
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O visitante número 3000 ganha um fansign...
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_ _ _ _, I MISS YOU TOO MUCH
Minha vontade é de escrever horrores e desabafar tudo. Não, não posso ficar assim. Não posso. Mas fico. E aquele meu velho dilema de just because you can it doesn't mean you should (que traduzido fica uma merda, mas é algo do tipo: só porque você pode não significa que você deva, ou algo do gênero) cai por água a baixo. Mas é assim mesmo. E nem é que tenha algum motivo específico de fato. Pelo menos não recente. E eu quero mais do que tudo me libertar do passado e esquecer aquelas coisas todas que aconteceram a sete, seis anos atrás. Mas não consigo. E os pesadelos voltam. E o pesadelo volta. E me atordoa e me assusta e eu fico apavorada. E Dr. Caramujo diz que até o fim do ano recebo alta. De novo. E até quando essa alta vai durar? Já caiu uma pílula do coquetel. Em junho cai mais uma. E eu tenho medo do que vai acontecer daí em diante. Porque aí sobram só duas. O anti-depressivo número 3 e o calmante/sonífero que não funciona lhufas. Sim, eu percebo que mesmo com as pílulas continuo, mas elas me apóiam de uma maneira. E, acreditem ou não, é melhor com elas. Bah. Tudo é um beco sem saída e é disso que fala o pesadelo. E a autofobia não me larga e eu não consigo largar dela.

"Você é um anjo cafeínico!" Cafecínico? Cafenítido? Cafehíbrido? Café? Cafeína? Nicotina? Nitroglicerina? Anjos... Angel...

Paraíso: inferno. De volta? Não. Não e não. Sim, o perigo me ronda. Mas nunca aconteceu de propósito...
suicide girl
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ELETRONIKA
Então, o tal do Eletronika, né? Tá muito desorganizada a parada. E só vai piorando (ou não). Mas eu vou assim mesmo. Amanhã estarei lá na Café com Letras tentando adquirir o meu passaporte special e, se tudo der certo, estarei presente nos seguintes eventos:

NOVOS TRÓPICOS Espaço Mari 'Stella Tristão
*01.05 - quinta-feira, 18H ...Nego Moçambique ...Jonas Rocha + Prztz ...DJ Periférico + MC Gaspar + Funk Buia ....Muti Randolf (VJ) ...Embolex (VJ)
*02.05 - sexta-feira, 18H ...AGF (Alemanha) ...Laub (Alemanha) ....Duva (VJ)
*03.05 - sábado, 18H ...Wado ...Stela Campos ...Bojo ...Conrado Almada (VJ) ...Mono (VJ)
*04.05 -domingo, 18H ...Monokini ...Hurtmold ...Gerador Zero + Apavoramento (VJ)

ELETRONIKA NIGHT Arena Telemig Celular
*02.05 - sexta-feira, 21H ... LP e Daniel Maia [Drumnation] (Brasil) ... Bryan Gee (Inglaterra) ... Marky (Brasil) ... FAQ (Brasil) ... Renato Cohen (Brasil) ... Ellen Allien (Alemanha) ... Anderson Noise (Brasil) ... Palumbo (VJ) ... Bijari (VJ)
*03.05 -sábado, 21H ...Blip e Kowalsky [CtrlShift] (Brasil) ...Instituto (Brasil) ...Marcelo D2 (Brasil) ...DJ Marlboro (Brasil) ...Stereo Total (Alemanha) ...Rubin Steiner (França) ...Robinho (Brasil) ...Mau Mau (Brasil) ...Spetto (VJ) ...Duva (VJ)

E FODAS se o eletrônico me roubar do rock. Eu quero é me acabar!
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