"What really knocks me out is a book that, when you're all done reading it, you wish the author that wrote it was a terrific friend of yours and you could call him up on the phone whenever you felt like it. That doesn't happen much, though."

J.D. Salinger em "The Catcher in the Rye"
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Toda vez é a mesma coisa. Eu gripo e começo a tossir. E todo mundo fica assustado com a tosse. Oh, saco, viu?! Desde que eu me lembro por gente eu tusso desse jeito horrível, initerrupto e incontrolável. Por que diabos ninguém confia em mim quando eu digo que essa tosse não muda e não me larga desde que eu me lembro por gente? Argh.

Se duvida ou não sabe nada da minha tosse, visite: 1 e 2

Não sei o que causa e não sei como parar, mas sei o que piora:
- Calor e clima abafado
- Nervosismo
- Pessoas me cobrando "fazer algo" para parar de tussir
- Ônibus lotado
- Salas de aula e de cinema
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É de lei: se você senta nas baianas de quinta a sábado, no fim da noite sua mesa está cheia de flyers (ou pedaços de flyers que foram destruídos). E a onda agora é fazer flyer GRANDE. Cada vez maiores, coloridos, borbulhantes etc.

Mas ONTEM recebi um flyer deveras diferente. Era mínimo: duas linhas de informação em Times New Roman. Foi um improviso para começar a divulgação, os flyers de verdade ficaram prontos hoje.

Como é uma ocasião importante, festa de queridos, eu tinha que arranjar um lugar para guardar o tal do flyer. Mas onde? Não podia perder, não podia amassar (muito), tinha que ficar inteiro.

Pois não é que ficou legal demais? Clique a lado para ver maior. Fiz um flyer do flyer sem querer. Tudo. Excelente. Perfeito.

Vai na festa! POP KILLERS: Sexta-feira, 29/7, Up! DT e Monster abalarão a pista.
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Para conseguir manter ALGUNS amigos verdadeiros tive que abrir mão de outros.
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"I am as ugly as I seem
Worse than all your dreams
Could ever make me out to be
And it makes me want to scream
When it's halloween
And the kids are laughing
The rogue is a bank he's never broke
But worth as much as a joke that no one is laughing at"
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Então eis que um cara, um senhor (ou quem sabe até uma dona de casa) teve a brilhante idéia de fazer previamente picotes em áreas de certos papéis que seriam cortados futuramente. Daí surgiu o advento fantástico do talão de cheques e do papel higiênico tais como conhecemos hoje. Aparentemente nada muito complicado. Apenas uma linha de microburaquinhos que, na hora devida e forçados com a devida força, soltam uma das partes do papel, ficando a outra no mesmo lugar aonde estava. Assim pagamos a conta e ficamos com um canhoto para nos lembrar quanto, onde e como gastamos nosso dinheiro (vale para aqueles que usam cheque, é claro). Assim também destacamos só o pedaço necessário para fazer a higiene depois de fazer as necessidades.

O problema é que esse cara, senhor (ou quem sabe até uma dona de casa) não foi muito preciso em sua criação e, mesmo com todos os anos que se passaram desde então, não houve mais nenhum cara, senhor (ou quem sabe até uma dona de casa) que fosse capaz de aprimorar completamente a técnica de fazer previamente uma linha de microburaquinhos em uma determinada área do papel de maneira que, quando necessário e forçados com a devida força, uma área se destaque e a outra fique no mesmo lugar.

Por isso de vez em quando fico irritada depois de ir ao banheiro e ficar horas brigando com o rolo de paciência ou não consigo de maneira alguma arrancar uma folha do talão de cheques (que eu não uso mais) ou do bloco de ticket-alimentação (que agora eu uso). Mas suponho que não tem como transformar isso em ciência exata....
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Coceira para ir a cinema, uma solidão doida e saudade dos amigos queridos. Vamos resgatar tradições e nos encontrar para o cineminha de quarta igual antigamente? Vamos. Vamos. Vamos. Fomos. Poucos ainda, mas estavam lá. Amiga-alma-gêmea, irmãzinha querida, amigo do namorado agora também meu amigo, amigo há muito não visto e primeiro amigo de internet ever. Cinema. Filme médio, músicas ótimas, sexo demais na tela. "9 canções", das quais vi oito, contando com o cara do concerto. Antes disso tudo, capuccino shake duplo com creme - o pedido de sempre - e um choppinho de leve. Chega no cinema em cima da hora. Sala até cheia, mas com cinco cadeiras estratégicas separadas especialmente para os retardatários aqui. Filme. Um pouco de constrangimento. Sexo, sexo, sexo, drogas, sexo e rock'n'roll. "Não entendi a Antártica até agora". Mais sexo, mais constrangimento, mais sexo, um pouco de rock'n'roll, de repente solos de piano e, de novo, sem motivo aparente, Antártica. Vários tipos de gelo. Pra mim continua tudo sendo gelo. Acabou o filme, gostou? Gostou? Ah, não, sim, sei lá. Cumpre o que promete. Eu compraria a trilha sonora. Cerveja? Cerveja? Siiiim! Cerveja. Antes da cerveja, pit stop para cumprimentar vários outros. Mesa, cerveja, filme, papo vai, papo vem etc e tal. Noite agradabilíssima. Adorei. Vamos fazer mais vezes?

Quarta-feira que vem é Guerra dos Mundos. Estão todos convidados.
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i am
overracting
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... que eu uso "Bom Ar".

Nunca tinha sequer manuseado um recipinte da parada. Nem sabia que cheiro tinha. Hoje tive que apertar e, por causa do mau jeito, o cheiro veio parar todo na minha mão. Menos duas coisas para fazer na vida: a primeira é usar Bom Ar e a segunda é ficar com o cheiro desse negócio na mão.

Que coisa horrível. Não me surpreende que na minha casa nunca teve Bom Ar. Écatz. Lavei a minha mão três vezes já e o cheiro permanece. No corredor também tem - não fui só eu que usei. Acho que tinha alguma coisa errada no almoço hoje. Credo, que nojo. Vou ficar o dia inteiro ainda (detalhe: última meia hora de trabalho) cheirando essa merda. Mas a pior parte vai ser o ônibus... Mais um cheiro ruim para misturar naquela merda de mistura de cheiros no ônibus: desodorante vencido, desodorante barato, creme de cabelo barato, creme de cabelo barato em excesso, água de colônia de drogaria, e o maldito Bom Ar na minha mão.

Sou muito mais riscar o bom e velho palito de fósforo.
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