Antigamente eu lia um blog aí. E tentei ser amiga do autor. Amiga mesmo, não havia segundas intenções (até mesmo porque não poderia haver). Eu simplesmente achava ele interessante e queria ser amiga dele, mas ele não quis. Até suspeito que tenha mudado o endereço do blog por causa das minhas tentativas incessantes de aproximação (oh, ego inflamado, contenha-se!). Bom, enfim, eu achava que a gente combinava. Achava que funcionaríamos como amigos, mas aparentemente eu não era boa o bastante para ele.
Sei lá quantos anos depois eu queria ser uma mosquinha telepata instalada dentro da cabeça dele para saber o que ele sentiu quando descobriu que poderia ter chegado onde está muito mais rápido e ter tido uma certa amizade mais considerativa construída em tempos mais confiáveis se não tivesse me achado uma caloura burra e superficial. Ah, como eu queria!...
Não que eu teria mudado a vida dele. Duh! O ego é grande mas não de deus. Na época eu era uma caloura burra e ele um indefinido e só o tempo fez com que mudássemos. A diferença é que eu mudei com uma companhia que ele não teve.
E depois ele foi surpreendido, néam?! E hoje eu me divirto calada em público quando ele finge que não me conhece, enquanto ele fica se contorcendo. Não sei porque se contorce, mas a cara é de contorcido.
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Duas vezes?
Oh, menina! Tinha visto isso não!...
gente! sumiu um comentário!
O meu comentário!
Pois é, Carol! O seu!
Respondendo ao comentário sumido: acho muito provável que você conheça, mas você vai continuar curiosa! ;)
:(