Então eu fui ao Rio de Janeiro ver o show do Placebo e me divertir. Consegui fazer os dois.O Rio de Janeiro é realmente lindo. E todos os clichês da novela estão lá de verdade. Apesar de não ter nenhuma SURPRESA de outro mundo, a cidade te deixa boquiaberta (pelo menos o que eu vi dela). Aonde não tem pedra, tem água e se não é um ou o outro, são ambos, na praia. É gostoso.

Rocinha
O calor é mais intenso, mas estranhamente suportável. É outra experiência de sentir calor. Não me entenda mal: é quente! Praporra. Quentão. E você fica nojento, suado, pingando, roupas grudam no corpo, o contato humano é desagradável, a sede bate e tudo. Mas é quase gostoso sentir tudo isso.

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Cenas extras
1) No caminho do show, o celular do taxista tocava "Muuu". Ele disse que "é pra diferenciar". Antendeu "É só falar!" e depois perguntou se eu acho que o barulho "é boi ou vaca?". Eu respondi que depende de quem liga, mas ele ignorou, é daqueles que não se cala. E não fala nada interessante. Parece que passou a vida ensaiando um script que agora sabia de cor. Mesmo meio falso, o cara era uma figura! E, apesar de passar por lugares lindos, só mostrava coisas feias como a guitarra do Hard Rock e a réplica da estátua da Liberdade "viu ali, moça? Ah! Você perdeu!"
2) Uma dupla de policiais federais cariocas QUASE estragaram nossa viagem, mas os comissários da Tam nos entupiram de cerveja e nos deixaram felizes de novo!
3) Chegando no aeroporto de Confins, do nada, uma placa mandava apertar o botão. Só assim: "aperte o botão". Por que não?



Eu procurei fotos do show na internet, mas ninguém publicou nada ainda, então fui olhar umas fotos oficiais do placebo (como a de cima, com a banda sentada no banco) e acabei achando essas capas de singles, LINDAS.



