Mostrando postagens com marcador odeio falar no telefone. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador odeio falar no telefone. Mostrar todas as postagens

HÁ 10 ANOS:
1. Comecei o segundo grau.
2. Namorava o primeiro Rafael da minha vida.
3. Treinava vôlei diariamente e nadava três dias por semana.
4. Conheci o Lipe e, no mesmo dia, chorei e escrevi uma música com ele.
5. Ganhei o apelido de “Mi”.

HÁ 5 ANOS:
1. Fiz nove matérias em um semestre e decidi que Relações Públicas não seria minha única profissão.
2. Inaugurei esse blogue.
3. Já conhecia a Sarah, apesar da gente não ser tão íntima ainda.
4. Pintava o cabelo de vermelho e as unhas de preto.
5. Passei os últimos dois meses de internação da minha vida.

HÁ 2 ANOS:
1. O pior emprego do mundo.
2. O melhor namoro do mundo.
3. Cinema toda quarta-feira.
4. Li Caio Fernando Abreu doentiamente.
5. Corte de cabelo cooool.

HÁ 1 ANO:
1. Sou solteira.
2. Decidi começar a estudar Jornalismo.
3. Perdi minha câmera fotográfica e dois telefones celulares.
4. Gastei dinheiro como se não tivesse fim.
5. Cabelos pretos, unhas vermelhas e muito rock’n’roll demais até além da conta.

ONTEM:
1. Estava bêbada e dançando às 5h
2. Cheguei em casa às 8h
3. Dormi até 18h
4. Assisti Battlestar Galactica s04e10 de novo e me emocionei, de novo.
5. Fui ler um capítulo de Anansi Boys e acabei dormindo a noite inteira.

HOJE:
Chá de Fraldas da Lúcia

1. Acordei cedo.
2. Coloquei muitas fotos no Flickr.
3. Decidi quem é o personagem principal da história que estou escrevendo.
4. Li um monte de posts antigos desse blogue, por causa desse meme.
5. Vou encher os pneus da bicicleta.

AMANHÃ EU VOU:
1. Pintar o cabelo.
2. Chegar cedo no trabalho.
3. Publicar um texto no Solteiros.org
4. Devolver a câmera do R2.
5. Fazer um peixe recheado de almoço.

CINCO COISAS DAS QUAIS NÃO POSSO VIVER SEM:
1. Livros.
2. Rock.
3. Amigos.
4. Internet.
5. Sorvete.

CINCO COISAS QUE EU COMPRARIA COM R$1.000:
1. Câmera fotográfica.
2. All Star xadrez.
3. Cama nova.
4. Smart phone.
5. iPod Touch.

CINCO MAUS HÁBITOS:
1. Fumar.
2. Beber.
3. Procrastinar.
4. Dramatizar.
5. Desistir.

CINCO PROGRAMAS DE TV:
1. Battlestar Galactica
2. Seinfeld
3. Six Feet Under
4. Two and a Half Men
5. Grey’s Anatomy

CINCO COISAS QUE ME ASSUSTAM:
1. O futuro.
2. Segredos.
3. Amor.
4. Aves.
5. Medo.


CINCO LUGARES ONDE QUERO IR DE FÉRIAS:

1. Tóquio
2. Londres
3. Amsterdam
4. Istambul
5. New York
[...]

Continue

E aí hoje foi um dia em que foram ditas várias coisas que não precisavam ser ditas, nem deveriam ser ditas. Várias delas.

Da minha boca um monte de coisa presa na garganta saiu como em um susto, eu nem vi isso aparecendo, e fui ali e falei e falei e falei. E depois pedi desculpas por ter falado palavrão, como se o que fosse mais chocante na minha fala fosse a linguagem que eu usei e não o assunto tratado ou como eu entrei no consultório do Dr. Caramujo e nem vi que tinha outro paciente ali dentro. Mas fui lá, falei, arranquei da garganta e bom, de boa, fortes emoções, discussão acirrada, assunto morto e enterrado.

Mais tarde, na tela do computador mil coisas acontecendo e o trabalho ficando de lado. Mil coisas sendo ditas. Mil coisas que eu queria ouvir, mas não nessa situação. Porque, se eu digo que queria ter te conhecido antes é porque eu não gosto do jeito que a gente se conheceu e gosto menos ainda da sobrevida que essa história continua tendo.

E aí, eu bem pronta para ser engolida na sua trama, eu sendo engolida pela sua trama, eu falando tudo o que você quer ouvir, e o chefe pede que eu vá até a padaria comprar um pedaço de queijo prato. Aceito prontamente, eu sei que eu sozinha não consigo escapar disso. Fujo, saio andando pela rua engarrafada, um ventinho frio na cara, não tem queijo na padaria, volto metade do caminho. Pensando que preciso de mais tempo, mudo o rumo e vou ao supermercado, na esperança do meu medo sumir no meio daquelas prateleiras todas.

A cabeça rodando, confusa. Eu me expus, eu não poderia ter feito isso. O mundo gira à minha volta. A minha porta está fechada e você é o único que consegue entrar. Por que será isso? Eu deixei. Eu te convidei da primeira vez. E, como um vampiro, um convite bastou para que você me fizesse ficar com vontade de vomitar e chorar e gritar e socar alguma coisa.

Então lá estou eu no supermercado escolhendo o queijo e pensando em receitas de risotos, para ver se o turbilhão passa. E o moço que corta o queijo pergunta que tipo de olhar é o meu. Como assim que TIPO de olhar é o meu?, pergunto. Ele responde numa voz displiscente que parece que eu estou pronta para assassinar alguém. E eu despejo a raiva nele: torce para que não seja você.

Os corredores do supermercado cheios, carrinhos entupidos de cerveja, camisas verdes, camisas amarelas, e eu pensando como minha vida esteve ruim nas últimas semanas e que eu devia procurar alguém que me abençoe ou algo do gênero e passa pela minha cabeça que a única coisa que falta é a fila agarrar bem na minha vez. E, como Murphy nunca descansa, a fila agarra. Duas vezes.

Segurando todos os instintos de xingar não sei quem, saio do supermercado bufando e falando "pronto, agora só falta eu quebrar a perna ou cair uma privada na minha cabeça", no exato momento um gato preto que estava ali como que esperando que eu saísse, me encara, atravessa o meu caminho e pára do outro lado da calçada.
[...]

Continue

Osvaldo comemorou muito o dia em que conseguiu seu emprego em uma grande corporação. Salário alto, benefícios, trabalho mecânico, só precisava comprar dois ternos, cinco camisas e duas gravatas e estava pronto para começar sua grande carreira.

Ao chegar no escritório, curtiu a idéia de trabalhar entre Solange e Marília, além do quê, a máquina de xerox ficava ali perto e a moça da ginástica passava todos os dias para fazer aulas de alongamento, a vida não poderia ser melhor.

Seis meses depois, a idéia de se barbear diariamente começou a incomodar, mas o que realmente irritava Osvaldo era que Marília nunca ia nas happy hours. Secretamente, ele amava Marília, queria poder entrar em um projeto da empresa com ela, adquirir mais intimidade, convidar para almoçar juntos e tudo. Mas foi aquele fala mansa do Renato quem foi convocado para a força-tarefa.

Com o passar dos meses, a força-tarefa sugou tanto de Renato que Osvaldo foi obrigado a assumir o trabalho dos dois. Foi aí que a barra começou a pesar. Ainda mais que a chata da Solange não conseguia entender que o que tinha acontecido na festa de Natal era culpa do álcool e não se repetiria nunca, NUNCA.

Aí o Osvaldo adoeceu e descobriu que o convênio não era lá essas maravilhas. E um dia, passando pela sala do café, ele ouviu a Solange e a Marília fazendo piadinhas sobre seus ternos repetidos. E o chefe chamou para reclamar que o trabalho do Renato estava atrasado, e isso não podia acontecer, ah, e Osvaldo, tá esquecendo de se barbear, é?! Pode não, rapá!

Bufando de raiva, Osvaldo decide virar a noite para adiantar o trabalho do puto do Renato que, certamente, naquele exato momento, deve estar comendo a Marília. E a barba fica por fazer. E o chefe reclama das horas-extras. E a Solange pede para trocar de mesa com o Júlio, alegando que o Osvaldo estava à beira de assediá-la, o que resulta em mais uma advertência. E ainda chega o Renato, derruba os papéis de sua mesa, não percebe, não se desculpa, cata os papéis como se fosse um enorme favor e ainda sussurra que a sorte do Osvaldo era que Renato tinha tido uma ótima noite de descanso, além de uma promoção. O que mais Osvaldo poderia fazer?

[...]

Continue


Sai fora seus bosta e deixa a minha net neutrality em paz.
[...]

Continue


Me convidei Fui convidada a escrever para o Solteiros.org na semana passada. É um blogue onde alguns solteiros escrevem sobre suas aventuras na solitária vida de quem NÃO tem um significant-other. Aí escrevi um post aqui no Petulância por força de hábito e só depois percebi que é bem mais apropriado para o Solteiros.org, então foi para lá. Clica e lê!
[...]

Continue

Todos se despedem como sempre e a sala vai ficando vazia. Eu checo meu celular que ficou mudo o dia inteiro e durante o único momento que eu não poderia atender disparou. Acabo retornando todas as ligações dali mesmo, para evitar andar no Centro tagarelando. Ao sair, vejo a DocTícia sentada no meio fio, sozinha, vou lá ver o que acontece e ela está chorando e se sente culpada de eu saber que depois de todas as sessões ela chora. Ninguém é de ferro, tento consolar. Você parece ser, ela retruca. Quase tudo em mim é casca, eu aviso.

Saio de lá, faço o caminho inteiro pra casa no automático.
Chego em casa e desabo.
[...]

Continue

O que me impressiona é que, quando o problema não é dentro de mim, eu consigo manter a pose de relações públicas apaga-incêndio gerencia crises e media conflitos.

Tanta loucura na faculdade, tanta gente fazendo tudo de última hora, tanta correria, tanta informação errada, tanta incompetência no ar que eu dei ataque de pedantismo e liguei pra amiga dizendo "por favor, preciso conversar com alguém que PENSE". Mas consegui dar o ataque em local reservado, ninguém saiu ferido.

E depois, como Murphy não deixaria escapar, fui a sorteada do grupo para defender um texto. A sorte é que consegui falar. O azar é que eu soltei a palavra "vanguarda" num momento completamente desnecessário. O péssimo é que fiquei com vergonha e perdi a linha de raciocínio. O embaraçoso é que ninguém entendeu a gafe. O brasileiro é que, por isso, suponho que esteja tudo bem.
[...]

Continue

Desespero, depressão, diversão, dinheiro, drogas, declaração, dormir, descalça, discagem, dívidas, demência, duração, debochada, defensiva, desgraçada, decadente, decisão, decepção, desaparecimento, doidos, dedos, doces, discos, dados, dança, drama, demais. Delirante, deliciosa e definitivamente dramática.
[...]

Continue

Errada, quebrada e sem conserto, essa coisa dorme aqui dentro. Calada, quieta e sem jeito, reclamo sem parar e sem dar nome a nada. E na hora que eu tomo um fôlego: SLAM! Porta na cara sem dar nem tempo de abrir a boca. Tudo bem, eu sempre soube o que eu ia conseguir dessa porta, mas o bater a porta na minha cara ANTES de saber o que eu queria foi um super sintoma de que tem mais gente pedindo exatamente a mesma coisa.
[...]

Continue

Top 5 MELHORES coisas de voltar pra faculdade:
5. Fazer novos amigos.
4. Ter o mercado inteiro como possibilidade.
3. Conhecer novos pontos de vista.
2. Conquistar novas habilidades.
1. Assistir Seinfeld durante a janta.

Top 5 PIORES coisa de voltar pra faculdade:
5. Fazer novos amigos.
4. Comida de faculdade.
3. Discutir muito e fazer pouco.
2. Sono, muito sono.
1. Ônibus lotado.
[...]

Continue


Admitir o vício.
[...]

Continue

Cronologicamente:
- Esperança
- Carteira de Identidade
- Chave de segurança do banco
- Superguidis em BH
- Chaves de casa
- Celular
- Câmera
- Estojo de maquiagem

Os três últimos eu tenho GRANDES esperanças expectativas de encontrar na Obra ainda, mas não vou me esquentar com isso agora. O pior de ressaca moral são as perguntas ridículas que a gente acaba se fazendo. Dá uma raiva!
[...]

Continue

Eu: Cara, não que isso valha a discussão mas, se eu, que sou uma das pessoas mais egocêntricas que eu conheço, estou lhe chamando de egoísta, não é à toa.

Ele: Eu não me importo com o que você pensa. Eu só quero saber do que é meu.

Eu: Duh.
[...]

Continue

Desde que eu comecei a entender o que é Web 2.0, venho idealizando que todas as possibilidades que a tecnologia trouxe provocará uma mudança de atitudes na população que criarão um mundo melhor. Agora alguém conseguiu explicar porque eu penso isso. Quem me dera fosse eu.

[...]

Continue

Na minha cabeça, existem vários padrões; diretrizes simples de educação e etiqueta e convívio social que tento manter para conservar a consciência limpa e a honra intacta.

Eis uma delas: coerência. Se você chega atrasado, não deve reclamar de atrasos. Se você mente, não deve condenar a mentira. Se é mal pagador, deve pegar leve na cobrança. E assim por diante, tudo dentro de seu limite. Quer dizer, se eu não me guiasse por essas normas, não conseguiria me encarar no espelho com a mesma seriedade.

Como as outras pessoas conseguem?
Será que eu quero aprender a ser assim?
Como confiar em uma pessoa completamente desconfiada de todo o resto do mundo?
[...]

Continue

[parênteses]
Vocês já sabem o quanto eu acho difícil falar ao telefone? E, ultimamente, eu tenho conversado MUITO ao telefone. Ai!
[/parênteses]

Encarei meus olhos e pensei. Ok, então eu vou ser mais uma dessas pessoas loucas para o resto da minha vida. Who gives a shit? Eu não sei falar ao telefone mesmo, mas sou obrigada, então vou falar do jeito que eu consigo, que é de qualquer jeito, meio descontrolado e grosseiro.

Tá?
[...]

Continue

    Por aqui

    Por aqui
    Desde 2003

    Últimos 30 dias