Os apaixonados tendem a três coisas: 1. Dizer que o sexo não é o mais importante entre eles. 2. Fazer-se promessas incríveis. 3. Elaborar todo tipo de planos para um futuro brilhante. Quando se faz planos com alguém amado pode-se imaginar qualquer coisa menos que esses planos possam se realizar com outra pessoa. A gente acredita que cada promessa feita é única e imortal, que a palavra empenhada vale mais que o amor. Mas assim que o sexo (que tinha tão pouca importância) decai, o resto se dissipa.


Efraim Medina Reyes. Era uma vez o amor mas tive que matá-lo (Música de Sex Pistols e Nirvana). São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2006.

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3 Responses so far.

  1. mrcsh says:

    Dizer que o sexo não é o mais importante não é o mesmo que dizer que ele tem pouca importância.
    Eu acho que não é O mais importante (na verdade, tenho certeza disso), mas não acho que seja pouco importante. Acontece que tudo é importante.

  2. É, Marcos, mas uma coisa leva a outra.

  3. Anônimo says:

    Eu costumo dizer que o sexo é o morango no chantilly ... os pequenos detalhes na convivência do dia-a-dia, os gostos, as afinidades, vão esquentando a relação (ou não) para quando chegar aquele momento especial ...
    Por outro lado, como vc disse Camila, se na hora não rolar legal, o clima no dia-a-dia fica estranho.
    Mas o fato é que ninguém consegue - e talvez nem seja preciso, mesmo - manter uma relação que esteja sempre, no plano físico, no seu nível máximo.

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