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Ou é e não parece.

Ontem, minha discotecagem foi quase 100% nacional, mas nem pareceu muito, dá uma olhada em algumas músicas de bandas brasileiras que parecem gringas e eu toquei ontem:

Quarta-sem-lei de Pegada
  • Copacabana Club - Just do it

  • Mickey Gang - I was born in the 90s

  • CSS - Move


  • E teve DrunkTweets eu levei um povo do Twitter pra lá, que iam "só dar uma passadinha" e acabaram ficando até os finalmente. E tinha um cara chato pedindo The Cure sem parar que provocou os DJs a subirem a plaquinha da foto. E foi bem legal, pra uma quarta-feira que não prometia nada!
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    Fazia no mínimo cinco anos que eu nem entrava num estúdio de ensaio. Muito tempo antes disso eu tinha desistido de ensaiar como membro de banda e o último namorado músico que eu tive ensaiava em casa.

    Tinha esquecido do ar condicionado gelado, os carpetes eletrizados, as mesas de som intocáveis e o clima todo que um local onde o FAZER música está tão encravado. Eu trabalho num lugar onde se TOCA e EXIBE música, o clima é tão diferente de um lugar onde se FAZ música.

    E não é que hoje eu não só entrei como ensaiei em um estúdio de novo? Cantei uma música com o The Hell's Kitchen Project, passamos a música quatro vezes e acabou o tempo de ensaio. Parece ter ficado decente. O resultado só vai ver quem for sexta-feira na Obra, na minha "festinha" de aniversário.

    14/11: Aniversário de Pegada: Mi Simpatia

    Vai ser legal, eu prometo. Vamos distribuir jello-shots durante a noite e vão ter algumas poucas camisetas para comprar na hora.
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    Ando sumida, mas isso é bom. Quer dizer que eu ando fazendo outras coisas com o meu tempo do que pensar no meu umbigo (porque, vamos combinar, é disso que esse blogue trata: do meu umbigo).

    Minha maior ocupação no momento é do coletivo Pegada, um projeto no qual um monte de gente bacana tem dedicado idéias, esforços, empolgação, criatividade e se apegado para valer. Nós vamos fazer e acontecer, já estamos fazendo e acontecendo.

    Quatro meses e três dias separam o primeiro e-mail que o Lucas (StereoTaxiCo) mandou e eu retruquei. Nesse tempo, a gente já se reuniu umas 30 vezes, trocou mais de 150 e-mails, fez o lançamento do blog de pegada (que com uma semana já tinha alcançado mil visitas), planeja três eventos para frente, tem grandes metas para o futuro e faz a primeira festa hoje:
    Jello-shots de pegada
    A porta da Obra abre 21h. Os primeiros a chegar ganham uma camiseta do evento.
    Camisetas de pegada

    Durante a noite serão distribuídas algumas jello-shots de Pegada para a galera exercitar a pegada.
    Jello-shots de pegada

    Agora só falta você ir, se estiver preparado para se apegar!
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    Ultimamente eu tenho tido muito tempo para mim. Tempo sozinha tem até sobrado. Mas é estranho, a maior parte dos meus pensamentos profundos não acontecem quando estou isolada, como é normal para a maioria das pessoas. As revelações que ando tendo têm acontecido em um ambiente barulhento, escuro e cheio de pessoas.

    Tipo que eu meio que sempre soube que a maioria dos meus problemas eram criados, cultivados e aumentados por mim, mas só agora tenho percebido isso de verdade. Porque não faz sentido a pessoa passar horas completamente sozinha, dias sem falar com ninguém, ter todo o tempo do mundo para pensar e repensar e só entender qual o real motivo de incômodo em um lugar cheio de gente, faz?
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    Post mercenário! ;)

    Sexta-feira agora estou produzindo a festa Overmundo Colabora e também discoteco. Vou começar às 22h e termino tipo uma da manhã, é no feriado, cedinho, dá para ver um show bacana e ainda vai ter uma coletânea massa sendo distribuída lá. Não dá para perder, hein?! Saiba mais aqui, aqui e aqui.


    Já no sábado da oooutra semana, dia 23 de agosto, vai ser a festa de aniversário da Obra e eu toco em um dos horários mais nobres. Preciso falar mais nada, néam?! Ah! A arte desse fui eu quem fiz, pode descer a lenha se achou ridícula.
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    Tenho trabalhado como garçonete no Obar alguns dias de julho. O mais foda, além de ter só um dia de folga por semana, é acordar, falar bom dia para as pessoas e ouvir de resposta "boa tarde". Hunf.

    A ilustração é do sempre ótimo XKCD.
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    Uma coisa que eu NUNCA entendo é a necessidade dAs Pessoas apontarem coisas ÓBVIAS para os outros. Tipo eu super entendo um virar para outro e dizer "tem um negócio no seu dente", "grudou papel higiênico no seu sapato" ou "tem pasta de dente na sua blusa". Mas não é disso que As Pessoas gostam de falar. Inclusive, nos casos citados, tem gente que deixa passar de propósito só para ficar rindo da cara do sujeito. Porque As Pessoas têm espírito de porco, não é?

    O que As Pessoas gostam de falar é do óbvio. Tanto que temos apelidos tão criativos como "vara-pau", "quatro-olhos", "balofo" e coisa e tal. O óbvio é mais engraçado porque é fácil de ver e a gente já sabe que As Pessoas não são seres muito brilhantes.

    E olha que eu sou super consciente dos defeitos e obviedades que carrego. Do lado bom, é óbvio que eu sou "japa". Do lado ruim, é óbvio que eu sou gorda. Eu conheço os meus antecedentes e a raiz genética é inegável. Eu compro minhas próprias roupas e sei o tamanho escrito na etiqueta. Eu sou tão, mas tão consciente de mim mesma que até escolhi para usar como nome de DJ "Miss Simpatia", por causa da música do vídeo aí embaixo.



    Reparou que a letra fala que a Miss Simpatia leva um fora porque não é muito bonita? Então, se não fosse causar muito incômodo, seria legal para caramba As Pessoas pararem de apontar coisas ululantes em mim, porque eu já estou sabendo!

    Inclusive, aproveitando a deixa, fica avisado aqui que mudei a grafia do nome de DJ, que agora é Mi Simpatia porque antes carregava dois ésses desnecessários. Ah! E eu discoteco nesta quinta-feira, lá na Obra.

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    Black Drawing Chalks é uma banda de Goiânia que manda um stoner rock fodão. Cheio de designers na banda, sempre fazem divulgações visuais lindas de se ver. Um dos shows que eu mais orgulho de ter agendado na Obra.

    Coloquei o disco aqui. Pode fazer o download.
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