E depois disso tudo eu desisti e comecei a jogar no iSketch e perdi a noção do tempo. Mas eu fiquei em segundo lugar nos três rounds, já é um grande progresso!


Agora eu estou aqui, sentadinha e tranqüila. Ainda falta o banho, o ônibus, os quarenta minutos e as duas aulas. E a chamada? Hein?
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Ânsia de organizar tudo, de arrumar tudo. Acordo, pulo da cama, começo a dobrar as roupas. Vontade de fazer xixi. No banheiro, jogo fora embalagens vazias e xampus que não vou usar mais fora. Fome. Vamos para a cozinha, lavar a louça. Cozinho um macarrão, lavo a panela. Como e tomo suco, lavo o prato e o copo. Preguiça. Senta na frente da TV e arrumo os livros de mamãe por ali. Cigarrinho. No quarto, tento arrumar os CDs mas desisto porque sinto a falta de muitos. Deito na cama desarrumada ainda, arrumo a cama e fico com dó de deitar de novo. Sento no computador com pensamento único: tenho que acabar aquele template! Mas meus MP3 estão uma zona e isso me incomoda. Arrumo os MP3 de uma pasta, apago os duplicados, percebo que a pasta de vídeos também está uma zona. Droga de arquivos que não funcionam mais. A lixeira do computador também está lotada. Conecta na internet de pobre em busca de um código que está dando pau no tal template. Abro o e-mail e o outro e-mail, abro um blog depois outro e outro e outro. Arrumo os Favoritos, enquanto isso continuo arrumando os MP3. Ops! E o código? Procura, procura, procura. Milhares de tutoriais e nenhum ajudando em nada. Cadê a bíblia? Ah, eu devolvi, né?! Nossa! Até hoje não devolvi aquele livro lá na biblioteca... Ai, o meu livro que está com a Raquel. E o CD do Los Hermanos? Com quem está? E meu catálogo da Patachou? Ai! Peraí, isso aqui já foi entregue? Tá bom, tá bom. Desisto. Eu vivo é na zona mesmo.

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mental masturbation

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Eu voltei a consumir groselha. Não são só as minhas unhas que estão vermelhas mais. Agora também vai a minha língua e o meu estômago. Tudo vermelho. Vou pintar minha parede de vermelho. Aqui no quartinho do computador. Uma de vermelho a outra de laranja. Duas de cada, aliás. Aí eu pinto esse móvel aqui de preto. E a porta leva um graffiti abstrato. E no chão vou pôr um azulejo quadriculado de branco e preto. E no teto também.


Para quê tudo isso? O tempo inteiro que estou sentada aqui eu TENHO que ser criativa. Senão o tempo e o dinheiro vão embora. Rapidinho, rapidinho. Será que funciona?
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Vi várias mãos iguais as suas. Ouvi várias músicas que na verdade são suas. Busquei em todo mundo o que eu só ia encontrar em você. E você não liga. E você parece nem perceber. E você (é mais um que) não acredita. Guardei piadas para contar e você nem apareceu. Planejei aparecer e me protegi com a distância. Iludi a mim mesma mais uma vez. Pessoas apaixonadas são burras. Será que eu sou só mais uma delas? Também nem importa, porque de palavras trocadas de lugar eu estou cansada.

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Limpando a caixa de e-mails, toquei novamente em várias feridas. Fazia tipo uns oito meses que eu não fazia essa limpeza no Outlook. Ainda tinha e-mails muito velhos guardados. Ainda tinha e-mail da campanha e do projeto secreto que ainda não saiu. E eu troquei e-mails bem legais com algumas pessoas que depois ficaram bem paias. normal, né?
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Da série Momento Piadinha.
H ou M

A mulher acessa um chat, quando um nick meio estranho lhe pergunta:
h - Quer teclar?
m - Vc é homem ou mulher?
h - Vc quer ou não quer teclar?
m - Depende! Vc é homem ou mulher?
h - Adivinhe!
m - Ok... me diz, aí, 5 marcas de cerveja...
h - Brahma, Kaiser, Skol, Antartica, Bohemia.
m - Ótimo... agora me diz 5 marcas de camisinha.
h - Jontex, Prosex........Hummm....tá difícil.
m - É! Vc é homem.
h - Sou, sim. Mas... como descobriu?
m - Fácil! Bebe mais do que transa.
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Domingo:
[x] Cerveja
[x] Sanduíche
[x] Tim
[x] Saudades
[x] Mary Jane
[x] Pressão baixando
[x] Momentos engraçados
[x] Vontade
[x] Jazz
[x] Abraço forte
[x] Bêbs

Todo mundo percebe quando estou mal. Toda vez que estou mal eu continuo tentando fazer pose mesmo sabendo que todo mundo já sabe. E repito os mesmos erros. E é assim que a roda gira, de um jeito para cada um, nom é?
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Na noite seguinte à que choveu lindo, fez mais frio do que eu precisava. E esse frio das seis da manhã é o mais gelado e cruel de todos. E mesmo assim eu estava quase sem roupa na janela, fumando um cigarro, com um monte de lágrimas querendo escorrer sem sucesso, pensando nos últimos dias que se passaram.

Um loucura de sentimentos estranhos percorrendo cada nervo do meu corpo, um monte de sensações ruins durante os dias, um vazio, uma procura, uma vontade de alguém, tudo me engolindo. E enquanto isso tudo acontecia do lado de dentro, essa fachada idiota tinha que continuar existindo e eu tinha que continuar a menina que é forte sozinha e se vira numa boa o tempo todo. E já que eu estou numa boa, eu posso e devo segurar a onda dos amigos. E eu acabo segurando. Mas advinha só como é que eu fico no final disso!

Ah! Mas agora está fazendo efeito demais, me abalando de verdade. E eu estou tremendo e acabo cedendo à tristeza antes da hora. E aí fico xoxa(?), sem paciência, e triste e com vontade de ficar sozinha e olhar as estrelas.

E o pior é que isso aconteceu no sábado, quando eu estava na situação ideal para matar a vontade de pessoas muito queridas, mas nem aproveitei. Deixei aquelas coisas que pegam no meu calo arrasarem com ele e desabei total. Saí para ver as estrelas e chorei baixinho, tentando esconder aquilo tudo que já estava mais do que claro. Ouvi as pessoas me procurando mas não apareci, só quando veio um chamado mais alto e mostrei a minha cara. E recebi um abraço foda de uma pessoa que eu gosto muito. E eu nem tinha o que falar e por causa disso nem falei. E as cervejas nem confortaram lá naquela hora. E eu nem consegui concentrar no filme e nem assisti ele direito. Na volta fiquei mais tranquila por causa da companheirinha maravilhosa que eu tenho a sorte de ter nessa vida.

E aí o frio do amanhecer o cinza que fica em volta um pouco antes do primeiro raio de sol. E o cigarro fumado só até a metade e a long neck virada em dois goles que acabaram de cortar a minha garganta gelada. E as duas fotos achadas por acaso e o choro que finalmente caiu. E a lembrança da sexta aloprada com o pessoal da faculdade. E as memórias do ensaio da melhor banda de todas e o tanto que significa para mim. E o papo de astrologia e o meu ascendente em peixes influenciando uma conversa que eu não estava entendendo muito. E deve ser bom ser sozinho desse tanto, mas só deve ser assim por... sei lá... proteção, medo, preguiça, sei lá. E Sigur-Rós que por acidente já estava no player. E aquele quarto bagunçado de cheio de coisas carregadas de sentimentos e lembranças. E eu que quero ele tanto e fico na dúvida o tempo todo se ele ainda me quer. E ela tão pesada e eu sei que não tem nada a ver comigo mas fico pesada junto. E a tranqüilidade nos olhos dos outros que me dão raiva. E a inocência. E o carinho desencontrado. E a necessidade de repetir tudo de novo mais uma vez. E o frio nos ossos que havia muito nem davam as caras.

Às cinco horas da tarde de domingo, após ter me recusado a atender todas as vezes que o telefone tocou, com um desânimo impressionante e um cigarro pela metade para fumar logo depois de um cigarro fumado em três ou quatro tragos, o interfone toca. 'Mi, vamos tomar uma?'
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Sabe quando parece que é só você que se importa? Pois é! Tipo isso...



Odeio quem é estúpido com os outros só para se sentir melhor... E tenho meus bravos e fortes motivos!

Sobre o post do 'namorado', bem, foi o mesmo cara do e-mail preconceituoso (sem graça, sim). E era brincadeira (assim como o e-mail), mas eu (também) não entendi.

O mundo inteiro é louco, mas mesmo assim me sinto deslocada. Hoje eu sou o homem que falava javanês.
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amnesiac
The synthesizers intrigue you, but also like the
guitars. Do you need an Amnesiac?


Which Radiohead album are you?
brought to you by Quizilla
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Hein?
Ahn? Como? Er... Argh... Cof cof cof... Glup! Bem... Ahn?! Ah, é?! Como é mesmo? Ah... Cof cof cof cof cof... HEIN?

MsgNãoLida01R 16h58 26Mar Oi, acabei de receber seu e-mail. Li e achei interessantíssimas suas considerações. Gostei tanto ki tenho até uma pergunta: KER NAMORAR COMIGO?

Quanto mais eu rezo mais assombração me aparece. Opa! Mas... Peraí! Eu não rezo...
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Ah, e o meu e-mail deve ser considerado bom nessas empresas furadas que vendem mailing pela internet, né?

Só a partir daí já se vê como essas empresas são furadas.

Mas tudo tem um limite. Até SPAM. Acabo de ser convidada para participar de um evento sobre fruticultura. Fruticultura? Hein?
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Eu sou péssima para fazer discurso político, mas agora eu tive que me obrigar. Recebi um e-mail:

Vc já leu algo mais coerente ??
"Percebemos que o mundo enlouqueceu quando o melhor rapper é um cara branco, o melhor jogador de golfe é um cara negro, um suiço ganhou a Copa América, a França acusa os EUA de arrogantes e os alemães não querem ir para a guerra."


É, aí eu tive que responder que fazia UMA DATA que eu não lia / via / ouvia uma declaração TÃO PRECONCEITUOSA. Ow, como é possível? Isso não é loucura, é globalização, liberdade, migração, 'igualdade', oportunidade, realidade, um monte de coisa, MENOS loucura. Putaquepariu, viu?! Meu sangue ferve, minhas mãos começam a tremer, me sobe um nó na garganta e aparecem lágrimas na beiradinha dos meus olhos.

Tanto que eu até esqueci do meu guaxinim...
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Sabe o que eu acho?
Que não adianta nada mesmo.

Sabe o que eu espero?
Que um namorado resolva TUDO na minha vida, assim como tanta gente (inclusive eu) tenta me convencer que vai acontecer.

Sabe o que eu quero agora?
Uma banana split GIGANTE sem chantilly e com MUITO sorvete.

Sabe o que eu NUNCA quero que aconteça comigo?
Que depois da minha formatura eu tenha a tarde livre para entrar na internet na minha ex-faculdade.

Sabe o que eu faria se pudesse fazer tudo no mundo?
Ia matar o filhodaputa do Murphy. Se bem que não, nem adianta. Não é só porque ele nomeou a teoria que as coisas iam parar de acontecer desse ou daquele jeito, certo? Tipo, não é só porque Newton falou que a gravidade existe que ela existe, ele só colocou um nome nela. Aliás, alguém sabe o primeiro nome desse tal de Murphy? Estou a fim de ler a tese dele. Quem sabe assim eu não aprenda logo de uma vez que nada pode estar 99,9% certo, tem que estar é 100% confirmado e pronto. Assim nem tem chance da porcaria não estar pronta na hora certa por causa da porra da Lei de Murphy que decidiu atuar sobre a impressora justo na minha vez, o que fez com que eu me atrasasse SÓ meia hora para a reunião do projeto...
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Então, aí, como tinha que ser mesmo, a minha máscara de nerd caiu.

Acontece que ontem um amigo meu que aqui chamaremos de Gigante me convidou para o almoço em sua casa, aqui pertinho da PUC. Então tá. Lá fomos Gigante, eu e a Maria, cozinhar um macarrão. Acontece que a gente almoçou tomando uma cerveja, duas, três, quatro. E mais. E eu fiquei chapada e tonta. Aí eu cochilei meia hora para ver se melhorava. Melhorei até, mas aí comecei a prestar atenção no tal filme, me distraí na cozinha, despachei o vizinho incoveniente que decidiu atrapalhar a tarde toda, fiz tudo, menos a prova que tinha que entregar às 19h00.

Ah! Chega, né? Já queimei meu filme o suficiente?

Não, hoje de manhã estávamos fazendo um estudo de texto lá, né? Aí, do nada, o professor pergunta: Quem é Camila? Pronto, fiquei martelando na cabeça porque será que ele tinha perguntado o meu nome enquanto corrigia os ensaios. No fim da aula, vou pedir para ver a minha nota. Deixa? 'Não, amanhã eu vou entregar todos." Ah... Mas eu fui muito mal? "Não foi bem não, dá uma caprichada aí, viu?!" Oh, droga!

Eu sei que eu tenho que arcar com as conseqüências das minhas ações irresponsáveis, mas quando eu fiquei sabendo que eu entreguei aquele ensaio chinfrin para ele na hora só pra entregar na hora e tem gente que até hoje ainda não entregou ele. Ah, mas se eu tiver tirado abaixo de B+ (esse professor dá conceitos), vou fazer outro para entregar semana que vem e ai dele se não aceitar!
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'Mas, Camila! Você não está preocupada com a guerra?' - Alguém me pergunta depois que eu mando desligarem a televisão ligada desde de manhã na Globo News.

De certa forma, aliás, bastante até. Mas guerra o dia inteiro enche, só precisa do Jornal das 10, assim rola todas as notícias realmente importantes. E tem a internet, onde você procura a informação que você quer e não é obrigada a ficar ouvindo esses lixos de traduções instantâneas das repórteres da Globo e nem a ficar vendo as mesmas imagens do mesmo bombardeio de mais cedo. Credo, só uma vez por dia ficar vendo isso já está ótimo.

'Você não fica nem um pouco sensível?'

Sensível a que? A quem?

'Camila, isso é uma guerra DE VERDADE. Você nunca viu isso?'

Estou vendo. Provavelmente sei de mais desdobramentos da guerra que você. Olha só, me importo sim, sempre fico com a consciência pesada quando há morte de civis, meu sangue ferve quando ouço falar desse tipo de estratégia covarde e egocêntrica. Mas eu vou aproveitar é enquanto a guerra é do lado de lá, enquanto eu não estou no meio da batalha, enquanto as bombas não podem cair na minha cabeça ainda. Vou aproveitar isso para me manter lúcida e não me render às forças infindáveis da mídia para controlar minha cabeça.

Exagero? Não é não. Tudo bem que o Bush é doidão, psicopata, joselito sem noção, quero-ser-o-dono-do-mundo-mas-não-tenho-cacife-para-fazer-isso-sozinho e tudo mais, só que a imprensa só tem mostrado ele. Só ele, com bigodinho de Hitler e tudo mais, é só isso que está rolando por aí. E o Saddam, quando ataca, é para defender suas terras, né? O caralho! Saddam não é burro, não nasceu ontem e não é bonzinho nem coitadinho também.

Provavelmente estão, Saddam e Bin Laden, numa caverninha do Afeganistão, jogando gamão e tomando mate. De repente, um assessor de Saddam vai chegar a cabeça sobre seu ombro esquerdo e cochichará algumas poucas palavras no ouvido dele. Então Sadam pede licensa educadamente, se ausenta do aposento, pega um jipe e anda uns trinta quilômetros, pega um telefone e uma caixinha preta com um botão vermelho. No telefone, diz 'é agora' e aperta o botão. Pi. E aí? Umas quinhentas explosões no mundo inteiro. No Iraque, os poços de petróleo explodem causando crateras de 10 km de diâmetro e no resto do mundo inteiro sósias de Saddam levantam seus capuzes, sorriem e se explodem. Um deles vai estar do meu lado e eu vou morrer. Aí eu terei a eternidade inteira para ver a imprensa e a (dita) cobertura da guerra.

Aham. Bom, é possível, não é? Ah tá. E você vai achando que eu vou ficar pensando nisso tudo? Vai achando, meu bem! Na verdade essa é mais uma guerra da intolerância, mais uma coisa fora do meu controle e mais um assunto no qual eu não vou me meter. E nem vou servir de audiência para ela.
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Os comentários podiam ter voltado a funcionar, viu?! Poxa... Logo no domingão, Daniel?!
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E vem aquela onda de insegurança e balança seu mundo, não é amiguinha? E você fica odiando cada detalhe do seu corpo. E odeia todos os outros que você acha bonito. E fica pesada, e é difícil de lhe confortar. E você busca conselhos, amiga. Mas busca só por obrigação, porque você sabe que não vai seguir nenhum deles. E os conselhos dizem: não! não! Mas você não está nem aí! Grita um sim gigantesco e vai e faz a mesma burrada de novo. Ah, amiga, você acha que você precisa daquilo tudo. E então você se veste com todos os apetrechos para chamar mais a atenção dos outros, só que nada disso funciona. Você finge ser uma pessoa que não é e faz coisas que não são do seu feitio. Mas se alguém lhe confrontar, você vai jogar na cara desse alguém que ele não lhe conhece e que você nunca faria nada para chamar a atenção de ninguém. E você chora, querida. Chora escondida no banheiro. E continua chorando escondida até o momento que percebe que derramar lágrimas no escuro nunca vão suprir a sua carência. Então você começa a chorar em público, a manchar sua maquiagem e a fazer feia toda aquela imagem que você aprontou bonita. E as pessoas tentam te ajudar, mas nada adianta de nada. O problema que nasce dentro de você é você quem tem que resolver. E na verdade você sabe de tudo isso. Mas você continua achando que precisa de tudo aquilo. E como a atenção que você chama não se sobressai, e quando você encontra alguém com mais carisma, você começa a fazer coisas ainda menos suas. Você se assusta com as suas atitudes, mas tem que manter a pose. Depois disso, seu sono é difícil e você se sente mal consigo mesma constantemente. E se assusta facilmente. E chora mais, amiga. E meu peito fica apertadinho de ver você chorando assim, mas eu sei que não posso fazer nada. Se a merda é sua, você tem que limpar. E aí você começa a colocar desculpas, começa a rir dos seus problemas, banalizando tudo que é tão influente no seu bem-estar. Passa a pôr a culpa nos outros. E o ódio aumenta. Mas só você sabe que esse ódio todo não é para ninguém mais além de você. Ai, amiga! Você sofre tanto. E na verdade tudo que você precisava era da dose certa de carinho? Nada disso! Quanto mais carinho você ganhar (pelos motivos errados), mas carinho você vai pedir. E ninguém tem tanto carinho assim para dar de graça. E você coloca a culpa nas pessoas e diz que se alguém próximo a você precisasse de carinho você daria muito mais do que o necessário. Mas é mentira, amiga! Você sabe disso, não sabe? Tem alguém aí do seu lado precisando de carinho. Alguém que é tudo no seu mundo, alguém que mais do que ninguém merece consideração. Você sabe de quem eu estou falando, né, amiga? É de você. E que carinho você tem se dado? Nenhum. Fica aí pelo mundo mendigando o amor dos outros quando é incapaz de se amar. E, lembra que eu falei que você só precisava de um amor, de um carinho? Então, amiga. É do seu. Eu sei que é difícil agora, eu sei o lixo que você está se sentindo agora, amiga. Mas, pela sua saúde, pela nossa amizade, por Jesus, sei lá, arranja um motivo qualquer aí, por você, cara! Por você, pára de achar que você precisa disso ou daquilo. Você precisa de ar, água e amor-próprio. E só. Pára de se fazer dependente de outras coisas e pessoas, pára de se iludir, amiguinha! Bem vinda ao mundo real! Bem que eu queria poder ajudar você, mas aqui a única arma que você tem é a pessoa que vê no reflexo do espelho.
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'Hoje eu ouvi Capital Inicial e lembrei de você.'
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Hey, então para que diabos serve a ONU? Só para gastar mais dinheiro em vão, né? Obrigada então.

Um outro dia eu vou calcular os custos de uma reunião da ONU. Imagina o cerimonial disso! Uhu! Microfones, copos d'água, jantares, ternos alinhadinhos, papel e mais papel, passagens de avião, hospedagem em hotéis 298 estrelas, intérpretes, aparato tecnológico, segurança, vídeo-conferência, assessorias e mais assessorias, consultores técnicos, relatores, relatórios (relatórios custam caro, sabia?), nó! É muita coisa, bichinho!
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"Se você estivesse andando no meio da rua e desse de cara com um homem com uma orelha no meio da testa, o que você faria?"

A pergunta foi feita aqui ó!, num conto engraçado.

Eu ia gritar bem alto e perguntar se aquela orelha também funciona. Se funcionasse eu ia perguntar se ele deixava eu abrir a cabeça dele para entender esse melagre anatômico.
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Na caixa-postal 30 novos e-mails. Nenhum endereçado só para mim? Porra!
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Muitas drogas.

Querendo sair, mas sem pique para ir até muito longe. Pessoal anima de sair por aqui mesmo, vamos lá então. Andamos muito mesmo, coisa de pobre que não tem carro, né?! E nisso meu All Star vai ficando cada vez mais sujo e gasto, ou seja, mais foda. Porque All Star tem que ser velho e fudido e carregar todas as nossas histórias, não e?

Quando finalmente sentamos em um buteco, eu nunca imaginaria que seria tão engraçado. Primeiro, conversávamos sobre Peanuts, falamos do Woodstock e do Charlie Brown. Aí o coroa já grita 'As meninas tão querendo Charlie Brown aí, ó!' Nossa, eu falei um não tão gigante pro cara que ele deve ter até assustado. Depois, viagens de ligar vacilo com a Vivi, meninos neurados engraçadinhos, conversas em código e boiação geral. Normal, eu nem quero saber de tudo também. E o ponto alto do buteco... Pedimos o violão emprestado para tocar algumas canções e logo logo começaram os pedidos. 'Toca Led Zepelin! Toca Janis Joplin! Toca Ana Carolina!' Mas o melhor veio do mesmo cara do Charlie Brown... 'Toca um 'headcore' aí!' Ah... Foi o máximo.

Passei em casa porque aquela saia estava me incomodando muito, aproveitamos para acabar com o bolo de chocolate da Crock e carregar o celular e as energias. Até nerdei um pouquinho. Depois, encontrar os outros amigos, fofos, que eu amo tanto e fico até com peso na consciência de não conseguir dar atenção direito para eles. Mas eu amo vocês, viu?! De montão! E é bom demais estar perto de vocês!

Depois, postinho. E não é nada fácil não ser adolescente no postinho! Trocando as cervejas de acordo com o dinheiro restante. O bom é que eu fui descobrindo minhas moedas aos poucos e juntando altas vaquinhas para beber. Bom, rolou tranquilo. Para quem não percebeu, eu estava bem bêbada.

E o cara chato? Putz! Baita pé no saco! Um nojo o cara! Fala sério! Tem gente que bebe e fica muito chato insuportável. Tem dia que você bebe e fica muito chato insuportável, não é?

Mas eu não tinha motivos para ficar chata. Estava e estou muito feliz. Faíscas, sorrisos, elogios trocados numa noite perfeita (a de sexta). Sei lá, eu achei e adorei. Talvez depois disso ele me dê um super fora e eu me foda, mas é assim que a vida é feita. Às vezes a gente tá por cima, outras vezes a gente tá por baixo e eu acho que nem adianta porra nenhuma tentar saber o que vem adiante...
[...]

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miss lexotan

Ela faz como eu!

E QUEM FOI QUE DISSE QUE MULHER BATE FRACO? Ninguém. Eu só disse que brigo como uma mulher, porque sou uma mulher e é assim que eu brigo. E quem quiser provar, eu estou a fim de fazer uma reuniãozinha do Clube da Luta.
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Não foi opção minha. tive que mudar. Inevitável mesmo, deu pau do nada. Droga. Eu gostava bastante desse template. Já já eu volta para ele, daqui uma semana. Deixa só esse post maldito que deu pau sumir, aí eu volto daquele jeito bonitinho que estava. por enquanto vai essa versão provisória do Highlighter. Bosta, viu?! Cinco horas da manhã, eu pingando de sono e tendo que resolver problema de template! Aja saco!
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Não sei o q aconteceu por aqui!!!!!! Socorram-me, por favor!
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Vou colocar de novo porque, não sei porque diabos, deu pau no debaixo e eu nem consigo editá-lo...

Rock pesado bem nada a ver, coisa de drogado


O Descolado


Qual a imagem que você passa para os outros?


Você parece do tipo que é desligado. Tem estilo básico, e não é desses que gosta de chamar atenção. Você é bem-humorado, e tem jeito bem independente. Faz as coisas por gostar, sem ligar para a opinião dos outros. Preza sua comodidade, e não sua imagem. Não se simpatiza com gente fresca e complicada. Gosta mesmo é de praticidade.
[...]

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Rock pesado bem nada a ver, coisa de drogado


O Descolado


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Acabei de descobrir o que estava enchendo o saco aqui no meu computador. Uma porcaria de um banner do Weblogger desgraçado. Agora, além de demorar anos para abrir, o banner ainda faz barulho. Pessoas que usam o weblogger, por gentileza, mudem! Urgentemente! É para o seu próprio bem!

Mi, que é prepotente tal qual o Bush mas que adoraria ser o ombro em que você confiaria para chorar. Você. Só você.
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Será que as pessoas percebem quando eu desligo meu walkman?
Normalmente escuto no talo. E normalmente desligo bruscamente.
[...]

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Aí acontece que eu tenho uma porrada de MP3, né. Aí acontece que eu também tenho altos lixos culturais aqui. Altos. Altas músicas pop que me divertem pra caralho, altas músicas adolescentes (!) que me conquistam porque eu sou boba, altos trash românticos porque eu morro de rir deles, altos funk proibidão, altas músicas de rádio, altas coisas. Eu acho engraçadíssimo. Morro de rir, adoro! hehehe Sou pop demais, gente. Faço só pose de "cult", "indie", "punk", e todos esses rótulos... Mas, então, aí acontece que eu coloquei o Winamp no shuffle! E teve uma seqüência muitíssimo engraçada! Cradle of Filth, Alicia Keys, Madball, CPM22, Travis zuando Britney Spears, N'Sync, Weezer, India.Aire, Destiny Child, ATeen, Cradle of Filth. hehehe Música, além de tudo, me diverte. Mas o rock me salva.
[...]

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Fiquei TRISTE de verdade com isso!

porra, pedro!
[...]

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Da série Frase Que Na Verdade Não Tem Graça Nenhuma Mas No Contexto Me Fez Rolar de Rir:
Aeroshmith é sa-ca-na-giiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
[...]

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Da série Gírias Que Adoro e Aconteceram Ontem:
GG = geral. Geral é uma gíria também, né? Então, quando você está andando na rua numa boa, normalmente aquele dia em que você está mais limpo do que chupetas de neném deveriam ser, e um policial folgado vem encostar você contra a parede, apalpar seus bolsos e suas genitálias e insultá-lo com palavras xulas e ofensas gratuitas. Quando isso acontece, você toma uma GG. (Ainda bem que eu sou mulher.)
PT = perda total. Pode se aplicar em dois casos. [1]Você saindo bêbado ou não no meio da noite, vem um maluco e bate no seu carro de maneira tal que o automóvel fique destruído. Você pode ser culpado ou não, o cara continua sendo maluco. Nesse caso, você deu PT no carro. [2]Naquele dia em que você desliga o seu telefone celular, quando seus amigos ficam se comunicando para saber onde você foi parar, você não está em casa nem na companhia de nenhum deles. Sua(eu) namorada(o) então? Ish. Essa(e) pode desistir. Então, aí você deu PT.
[...]

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Prepotente como uma jornalista, presunçosa como uma publicitária, petulante como uma relações públicas.
Petulante como uma jornalista, prepotente como uma publicitária, presunçosa como uma relações públicas.
Presunçosa como uma jornalista, petulante como uma publicitária, prepotente como uma relações públicas.
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Filme:
O Pianista
Blá, blá, blá, filme sobre a Segunda Grande Guerra, contada do lado dos judeus, mostrando a tragédia e a injustiça com esse povo e coisa e tal. Fiquei com medo antes de ver o filme, por causa do tema repetido. Acho que a maldade da 2ª Guerra vai marcar para sempre e tem tantos pontos de vista, tantas pessoas foram atingidas com as conseqüências, que nunca vão parar de relembrar essa [maldita] guerra. Pois bem, assisti a mais um filme da guerra.

O filme conta a história de Wladyslaw Szpilman, um pianista judeu da Varsóvia que vê seu povo, seus amigos e sua família se deteriorando por conta da intolerância da Alemanha nazista. Szpilman vai sentindo a repressão aos poucos, assim como ela foi colocada, e depois cada vez mais rápida e brutalmente, até que perde sua família e se vê sozinho naquele horror todo. Foge de lugar para lugar, sempre se virando aos poucos, se escondendo, passando muita fome e tal.

Bom, o cara que faz o pianista (Adrien Brody), é muito bom, muito bom mesmo. E a fotografia é simplesmente maravilhosa, sempre ajudada pelo cenário que eu posso até arriscar chamar de perfeito. A música, bem como tinha que ser, é linda linda, muito bem escolhida (principalmente na hora que Szpilman toca para um soldado alemão). E é foda o sentimento de solidão do personagem, o Polanski teve a manha nesse quesito! Achei interessante também o enfoque da polícia toda que Hitler enganou, do povo judeu maltratando seus amigos em busca de conforto, mas que depois acabam se fudendo como todo mundo. Outra coisa que me agradou bastante foi que a câmera não tremia igual às dos filmes de guerra dos últimos tempos...

O filme é até bastante bom, mas se eu for escolher um para falar sobre a crueldade da guerra continuo com A Lista de Schindler. E se for para escolher um filme de pianista solitário, escolho A Lenda do Pianista do Mar. Aliás, pianistas têm que ser solitários mesmo, né? Solitários e espectadores. Tenho que tirar meu chapeuzinho prepotente para a atuação dos dois (Adrien Brody, nO Pianista, e Tim Roth nA Lenda do Pianista do Mar) em mostrar muito bem a solidão, o estado de espectador e a sensibilidade com o momento. Muito bons atores.

Mas bom mesmo foi ir ao cinema. Agradeço à minha companhia!
[...]

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Pensamentos inúteis no ônibus
O motrista do ônibus ouve Kelly Key em um volume audível a todos os passageiros. Eu, graças à minha esperteza e ao meu vício por música, tenho meu walkman para tocar Shades Apart para mim e lembrar do Rapha e seu jeito fofo de me apertar.

Na hora de preencher a data, continuo colocando 02 no final. O que será isso? Já se passaram três meses de 2003 e eu ainda presa no ano passado? Não! Por favor, não!

O gato malvado de Poe gera tumulto na sala de aula, o professor olha para mim e sorri, provavelmente lembrando do meu e-mail atrevido. Eu sorrio de volta, mas me lembro de outra coisa!
[...]

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Estou precisando desabafar. Aqui. Naquelas minhas velhas linhas. Naquelas linhas que, quando relidas, me faziam chorar e libertar esses sentimentos que estão muito podres de tanto que já tentaram ser digeridos, mas sempre acabam sendo regurgitados no chão frio do banheiro. E eu fico aqui, ruminando e ruminando.
[...]

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Fudeu. Minha fitinha do The Juliana Theory está se desmagnetizando (eu acho que o problema é esse), as músicas tocam cheias das falhas, acelerando e desacelerando ao seu bel prazer. Não é a pilha e não é o walkman, é a fita mesmo. E como é que eu sobrevivo sem essa fita? Hein? Hein?
[...]

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Gastei mais tempo do que deveria nesse template, agora vou ter que correr atrás do prejuízo.

7h00 a.m. Eu com aquela cara ainda inchada, com a cabeça meio que latejando, o queixo batendo de frio e 75 páginas para ler até 7h15. 'Me empresta a sua brasa?' Era uma versão dos Olhos Cinza bem melhorada, conversando sobre The Cure e The Stooges, cabelo perfeitinho daquele jeito que eu gosto, jaqueta da A.D.I.D.A.S. daquele modelo novo que eu gostei. Olho dentro do meu olho o tempo inteiro e chegou a me dar medo, mas na verdade foi um excelente bom dia. Quererei mais.

Prova hoje, metade da leitura a ser feita por causa de uma preguiça lamentável que me abateu ontem. Mas tudo bem, não precisava. A prova era exatamente igual à dos dois períodos passados. Moleza, foi minha base de estudo mesmo. 25 garantido?

Prova amanhã, leitura atualizada e adiantada, mas aquela mulher é bem louca!

Cabeça rodando, coração rodando, o mundo inteiro está rodando. Mais tarde, chopp e dispensa. Não vai ser uma coisa fácil, mas tem que ser feita. E nem tem mais ninguém para fazer por mim. Porque as coisas mais difíceis têm que ser feitas pelos interessados mesmo.
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Ah! Uhu! Fuck 203!
Loooooooser!
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Tomara que tenha dado tudo certo de primeira! Pensamento positivo!

E aí? Ficou bom? Eu imagino que o itálico tenha ficado horrível, eu prometo que a partir de agora eu não o usarei mais, ok? E também que a cor ficou forte, mas era para ser assim mesmo. E não, eu não sou mangueirense, só que eu gosto do contraste do verde com o rosa.

A idéia veio da minha caneta marca-texto, viagem mesmo, vai ser um nome de um livro meu, mas por enquanto fica só como título da versão do blog. Um outro dia, quando estiver com mais paciência, eu explico exatamente da onde veio isso tudo.

Trilha sonora do template: Samiam - You Are Freaking Me Out
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Sábado? Show punk. Os punks nos salvando, nós salvando os punks. Good 'clean' fun. Celular virou escritório, não pára de tocar mais. Hummm! Braços, moléstia proposital. Chata, pegando no pé de todo mundo, enchendo o saco mesmo, mas estava engraçado. Fazia tempo que eu não atravessava a Praça da Estação. Savassi, postinho. Banheiro fino. O pessoal está na Obra, mas eu não vou nem chegar na porta. Buteco. Que história é essa de servir a gente mal? A gente é limpinho e paga tudo. Shop lifting, lucrei um cinzeiro quebrado e uma tulipinha. 'Você que sentou longe!' Ah, o problema é esse? 'Que povo esquisito!' Eu já te disse mais de uma vez que todas as pessoas do mundo são estranhas. Balas! Buteco número dois. Hahaha Bêbados. Está todo mundo meio chapado ou é impressão minha? Por que não me beija? Amigos surgindo. Puta abraço gostoso. Conversa. Fala comigo, ow! Eu tomei a iniciativa, eu tenho que fazer isso mais vezes, ficar esperando não rola mais. Caminho para casa. Tá, essa despedida nunca precisou. No quarto, muitas fofoquinhas, coisas de meninas, coca-cola, larica e bons sonhos para nós!

Recadinhos entre os negritos:
Olha que eu vou quebrar seu pé, hein?! hihihi Viu como meu presente de aniversário é gostoso? Pode falar que você até queria fazer aniversários mais vezes, né?! hohoho Gosto muito de você e de ter a possibilidade de desabafar essas coisas com alguém! =*** Menina linda, você sorrindo é tãããão mais bonita! E é tão bom ver você rindo assim! Olha que sexta-feira tem vodca-da-garrafa-azul! hahaha Todo mundo é estranho. E talvez eu queira conhecer a sua estranheza. Talvez. Mas só tem um jeito de saber...
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Por que é que o Blogger resolveu ficar tão chato comigo de repente? Toda hora desconecta, me faz perder posts, não publica o blog da Vivi, não abre a barrinha do meio, o botão de publicar não aparece... Argh! Que raiva!

Não bastasse, o ICQ continua naquela de desconectar o tempo inteiro. E parece que o Vinícius está realmente com preguiça de trabalhar. Até o mouse laranja está dando tilt. Oh droga.

Como vou sobreviver assim? Hein? Hein?
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Vontade de ligar para Brasília e falar horrores com você. Impressionante como sinto saudades! Um dia eu vou ligar e você vai até assustar...

Vontade de ligar para Boston e dar um oi. Não sabia que sentiria tanta saudade de você. Quando você estava perto e eu estava com raiva, queria mais é que você fosse logo. Agora eu quero mais é que você volte logo.

Vontade de ligar para São Paulo e conversar. Você faz falta! Falar com você, ouvir sua voz e ficar embaraçada com a sua timidez.

Não necessariamente nessa ordem.
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Mudei o nome do meu computador. Agora ele se chama Vinícius. Pô, Vinícius! Qualé, Vinícius? Como assim, Vinícius?
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Gimmeeeeee!
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Post da Vivi, porque o blog dela está apelando com a gente:
[vivi]
E eu pensei que fosse dessa vez que era a oportunidade da sorte de amar estaria ao meu lado! Não, não foi dessa vez ainda... Pelo menos vou embora com uma incrível sensação de felicidade. Ela é um tanto estranha, parece saudade! É um passado presente que de repente se confunde no passado! Será que você me compreende? Enfim, posso pelo menos um pouco de vontade. Não foi definitivo. Não foi um 'tchau', sim um 'até logo'! Mas eu precisava encontrar com a minha vontade... Fui até esse encontro e vocês não iriam acreditar o quanto foi bom abraçar! Não, você não precisa querer o mesmo também. E sabe por quê? Porque eu fiz! Eu fiz você ver o quanto é bom um abraço. Não importa o que você quer demonstrar, mas sim o que você sente! Especial, essa é a maneira que eu vou guardar a oportunidade, o parecer saudade, o passado presente, o até logo, a vontade, o abraço e, enfim, o sentir! Você não sabe o que sinto e teve medo mesmo assim, mas tudo bem, a gente se vê! Adoro te adorar!
[/vivi]
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Um dia essa quebradeira ainda me mata, mas enquanto eu estiver vivendo eu estou agarrada nela. Eu tenho o rock e ele me salva sempre, mesmo quando eu acho que não vai ter jeito. Todos os dias desde o último: [piada interna] hot-ice baby [/piada interna], cerveja gelada, espancamento total, agressividade em tudo, sinceridade evidenciada, gêmea siamesa, excesso, excessão, vontade, saudade, coisas.

Na quinta-feira, er... Na sexta-feira, telefonema, cadê você? Cadê ele? Cerveja, aqui, vem. Conversa. Nenhuma das duas chorou o tanto que queria. O menino da tatuagem fodésima. Duas horas de sono, carona para a faculdade. Na hora que eu pisei na PUC, cadê as minhas fichinhas de cerveja? Eu te conto! No meu quarto, dentro da minha agenda, debaixo da minha bolsa. A minha bolsa? Ish... Procura à carro emprestado e motorista desposto. Amigo que estava com carro do amigo, telefono para o amigo. Posso? 'Pode.' City Nóia de dia é MUITO diferente que de noite... Casa do amigo número três, documentário sobre os 'Vivos', bodação, incômodo com o mal-estar da amiga, felicidade com a paz do amigo, confortável encostada ali. Muita expectativa para a cervejada, chegando lá o inesperado e o esperado e o desejado. Todo mundo e ninguém estava lá. Não deveria ter encontrado o amiguinho, conversar de coisas me deixam bêbada mais rápido...

Dormir no ônibus já é uma coisa muito normal, eu devo roncar horrores para todo mundo ver!

Putaquepariu! Eu tenho altas coisas massa para contar desse dia e tinha até acabado o post. Mas essa merda tá brigando muito comigo hoje. Muito demais. Horrores. Merda.
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O cara do meu lado me pede um disquete emprestado. O único que eu tenho eu peguei do D.A., de alguém que esqueceu lá. Adivinha quem era o dono?

Essas coincidências ainda me matam um dia. Ainda me matam um dia!
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Eu acho que a primeira cadeira desse laboratório tem alguma poção mágica. O povo senta lá e ri. Uma piada. Chama atenção do laboratório todo, a risada espalha no ambiente. Amanhã vou sentar lá. Será que funciona comigo?
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Pega na minha carne branca com força. Pega com as unhas. Me mata aqui e me deixa. Me busca, me rouba, me ama, me engole, me deixa em chamas. Me deixa. Leva o que quiser e vai embora. Eu não preciso de você assim como você não precisa de mim, então me joga na parede e vai embora. Eu sou um chiclete mesmo, para você mascar e jogar fora. Então, anda! Me deixa, me larga! Vai embora! Me joga fora! Vai!
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Sentada no D.A. #1:
Últimas esperanças de acabar aquele tal ensaio, o único computador vazio era o da impressora. 'Imprime para mim?' 'Imprime por favor?' 'Tá imprimindo?' E eu só pensava: bando de filhodaputa! Deixa eu fazer meu trabalho em paz! Mas só sorria e pegava o disquete. Impaciente com a lerdeza do computador, batia a perna daquele jeito que a gente faz quando está nervoso, fumei sete cigarros em uma hora. Escrevi minhas duas páginas e estava revisando o texto, fingindo ignorar o tímido 'Por favor...' atrás do monitor. De repente, uma mão no meu ombro. 'Olha, eu sei que você está nervosa, mas a gente está atrasado para a aula. Estava só te esperando para descer, tá precisando de ajuda?' Você tá falando comigo mesmo? 'Claro, claro.' Ahn... Obrigada, estou só revisando. 'Será que eu posso ler?' Er... Pode... Me levanto e dou espaço para ele, coloco a mão no rosto e tento disfarçar o nervosismo, impossível. Olho em volta, várias pessoas conhecidas que tinham parado a fofoca para prestar atenção na nossa conversa, a Lu já acendendo um cigarro para mim e naquele frio todo eu sentindo uma gotinha de suor escorrendo na minha testa. 'Está ótimo! Posso salvar no meu disquete?' Mas... Por quê? 'Ah, então eu imprimo uma cópia para mim.' Oakie doakie, então. Descendo as escadas, me puxa pelo braço. 'Você vai na cervejada, né? Te encontro lá!' E desceu correndo o resto, entrou dentro da sala e desviou o olhar todas as vezes.

Sentada no D.A. #2:
Alguém sabe me explicar por que tem UMA ervilha no meu pastel? Várias respostas, uma inesperada. Porque diabos tem ervilha na cantina? Uma resposta, um sorriso e uma piscadela. Não tem ninguém indo na cantina não? Uma oferta, outro sorriso e vários minutos de olho no olho e silêncio. Tá, eu fico muito sem graça, você ganhou. 'Ganhou o quê? Não estou disputando nada.' Mas que bicho mordeu esses jornalistas hoje?

Sentada no D.A. #3:
'Que fotos são essas?' De final de ano, eu e meus amigos. 'Ahn. E que caneta é essa?' Esferográfica, preta e cara, porquê? 'E essas duas blusas de frio?' Estou com frio, posso? 'Ahn. Então tá. A gente se vê semana que vem.' Quanto mais eu rezo mais assombração me aparece.
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Meu horóscopo hoje dizia que estou em uma época ótima, com o coração frio, sem precisar de alguém que me ame incondicionalmente e sem paixão nenhuma, mas com total liberdade para amar.

Droga. Eu não acredito em horóscopos.
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É meio difícil escrever o que eu quero aqui no laboratório. A cada dia mais eu defendo mais intensivamente a política de maior distâncias entre os PCs aqui... Mas do que eu estou falando? Vou publicar isso de maneira que o mundo inteiro pode acessar, que diferença faz uma pessoa a mais ler? A minha cara enquanto estou escrevendo. E outra, vejo essas pessoas atodos os dias.
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Se eu deixo sair acabo fazendo besteira, se eu não deixo fico louca. Fazendo besteira acabo triste e a loucura só me traz depressão. Não vê? Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. E esse bicho tem nome. Um nome grande demais, e é desse que eu tenho medo.
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As letrinhas amarelas do meu bololologui indicam links, gente... O que não é meu recebe seu link de origem automaticamente, o que é meu fica de qualquer jeito. As letrinhas amarelas são links. Se você gostou do pedacinho que eu tomei emprestado (porque eu sempre tomo pedacinhos para colocar aqui), clica nas letrinhas amarelas e veja tudo. Não fica me perguntando depois aonde que eu arrumei isso ou aquilo, entende? O que não é meu vem das letrinhas amarelas. As letrinhas amarelas são links.

p.s.: Lets, isso NÃO é uma mensagem para você. É para o chato, imbecil e ignorante ex que lê meu blog e fica me enchendo o saco por e-mail. Pára de ler essa porra, F.!
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Alanis Morrisette
You're Alanis Morissette: You're ugly!


what musical A-hole are you?
brought to you by Quizilla

Hahahaha
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Não estou conseguindo fazer o meu ensaio sobre Hiroshima. Escrevi quinze linhas e depois disso não sai mais nada. O pior é ter todas essas idéias na cabeça e não ter a mínima idéia de como organizar isso com letrinhas. Eu queria poder entregar os trabalhos em forma de anotações esparsas. Assim, o ensaio sobre o Hiroshima ia ficar mais ou menos assim:

- Sábado passado eu fui a uma festa. Mas se você me perguntar como meus acompanhantes estavam vestidos, por exemplo, não saberei responder. Posso, contudo, adivinhar. As meninas deviam estar com uma roupa fresca, decotada ou curta, pois o lugar era bem quente. Os meninos deviam estar de calça jeans e camiseta, meninos sempre se vestem assim. Mas você tem que dar um desconto já que sábado não foi tão significativo na minha vida assim. Se você me perguntar do meu primeiro dia de aula na faculdade lembrarei com todos os detalhes, isso para citar apenas um dia mais importante na minha vida.

- Eu acho não ficção muito mais legítimo do que 'jornalismo'. Melhor se libertar das amarras da 'imparcialidade' e assumir que você faz julgamentos e escolhas na composição de uma matéria do que viver na hipocrisisa (do mito) da "objetividade".

- Quantas histórias se pode contar se você trocar de perspectiva, tom, maneira de contar? Leia os blogs dos meus amigos e você verá, por exemplo. Gabera X Gaspari.

- Como você decide quem vai entrevistar e que entrevista vai jogar fora? O quanto você altera o discurso do seu entrevistado? Como você monta (em uma linha) os 'acontecimentos'?

- Uma coisa é o nome coisa, outra coisa é a coisa de fato.

- Minto o mito. O mito do 'minto'. Minto que minto o mito. Mito que minto o mito.

Eu até comecei direitinho, mas fiquei acostumada demais com linguagem de blog, gente! [Socorro! Estou viciada em escrever para blogs! Pode escrever ensaio com hipertexto?] Comecei falando daquilo, mas que se eu fosse contar para alguém do primeiro dia de aula da faculdade eu não ia mencionar um certo detalhe e enfatizaria outro, por mero capricho. Isso não ia machucar ninguém, mas já é uma grande diferença (principalmente quando dentro de uma discussão da comunicação). E daí cair nos debates mais específicos. Mas quem disse que eu consegui???

A introdução está pronta. E a conclusão também. Beleza, qualquer mão eu entrego assim mesmo.
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Beijo para o Tim, que me acompanha em tempo real! Tedoro!
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Bosta! Está acabando meu tempo de blogs e eu não li nem a metade. Também, fiquei horas lendo o Velotrol. É bom descobrir coisas novas e boas na internet...

Tem hora que parece que acaba, não tem?
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Desculpa, amiguinha... A barra por aqui é pesada mesmo...
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Será que eu estou ficando doida ou Ele me chamou de Mi? Quase que eu voltei na escada, puxei pelo braço e perguntei. Mas essa dúvida vai morrer sem resposta, porque eu nunca vou ter coragem de perguntar.
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'E o Niltin?'
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O que importa é que eu não sei (e não posso) lidar com pessoas a longo prazo.
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tranças e meu quarto Do dia que eu saí de trancinhas arrumadinhas, mó foufo, adorei usar o cabelo assim, farei mais vezes! Nessa foto já dá para ver altas coisas no meu quarto que eu luto todo dia para deixar legal... Ali no cantinho meu postêr do Belle and Sebastian, nas portas dos armários os murais de isopor que eu fiz, com flyers de data de validade vencida e fotos minhas e que eu tirei, meu armário aberto com meus cabidinhos, minhas caixas de tênis que acumulam poeira, dá até para sentir um pouquinho do drama da bagunça... Vou tirar uma foto de como ele está hoje. Escrivaninha, carrinho de supermercado e meia tonelada de roupas não se dão muito bem naquele meu restrito espacinho... Restrito, mas a minha cara!

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Revelei as fotos. Prévias:

clica para ampliar e ver todas
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Não era para eu estar aqui. Não era para eu estar assim. Não era para eu ficar assim. Não era para isso acontecer. Não era. Não devia. Não podia. Não gostaria. E daí? Qual foi o resultado?

Bah. Quem me dera poder controlar tudo, quem me dera poder controlar a mim mesma... Sei que estou errada, mas continuo aqui.

E o seminário de Economia Brasileira? Ah. Minha parte é a fase colonial. Tô cansada de estudar isso e continuo sem saber nada. Ótemo. E eu continuo aqui.
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Reach me - montagem.
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Hermes & Renato na academia
O inusitado programa da MTV vai estar em pauta no Entre Telas, ciclo de palestras promovido pela ong Tver. O jornalista Rodrigo Manzano antecipa o que pretende discutir: Hermes & Renato é o mais contundente espaço para a discussão dos mass media.
Manzano é redator-chefe da Revista Imprensa, editor do Mapa da Mídia, além de professor do UniFIAM-FAAM.

Serviço:
Hermes & Renato, da MTV: a metalinguagem enquanto crítica televisiva
Dia 13 de março, quinta-feira, às 20h.
Local: Centro Cultural da UFMG (Avenida Santos Dumont, 174 - esquina com Rua da Bahia)
Entrada franca
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E já que eu falei em ciúmes, estou magoada de não ter sequer sido chamada para ir ao Bolão com vocês. Sei que estou sumida, mas antes pelo menos recebia os convites. Bem paia.
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Não sei, algumas pessoas ficam distantes... É impossível não ficar com ciúmes...
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Eu não sou mais daqui e não sou mais de lá. Se tem alguma coisa errada? Tem. Tem sim. Mas não é só por causa dos butecos não. Eu não vou conseguir sair, gente. Desculpa. E eu não quero que ninguém mais se envolva, que ninguém mais se meta. É, sei lá. Acho que de uma certa forma é meio que medo de vocês... Porque a gente se ligou tão rápido e toda essa 'baboseira' que eu sei que todos vocês sentem. Não estou acostumada a ter pessoas parecidas comigo por perto e de repente elas vêm em dezenas. Foda. Realmente minha vida mudou demais do fim do ano passado até hoje. E olha que ainda estamos no comecinho...

Desde o carnaval tem uma coisa batendo na minha cabeça, tipo um aviso individual, tipo uma campanhia que toca o tempo inteiro só para avisar que está ali. Querem saber o que ela me avisa? 2003 vai ser um ano comprido! Bem comprido! Olha só o tanto de coisa que já aconteceu, ow!

As coisas estão rendendo mais...
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Ela falou de medo. Ah, como eu conheço o medo. Eu estou com medo agora mesmo. E quem aí não sabe o que é isso?
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Mais um final de semana acaba. Há quanto tempo não passo um domingo de madrigada no computador...

Sexta-feira: round one. Matriz, shows, amigos, beijos, músicas, cervejas, coisas, supresas, decepções, amanhecer, casa, net, comida, cama.

Sábado: round two. Tanganica, cervejas, colegas, pessoas, 'música da Bahia', chapahouse, casa, TV, sonhos, telefones, demora, pizza, telefones, caronas, gatinhos, A Obra, anos 80, cotovelos, danças, cerveja, carro, risos, timidez, Bolão, make out, cervejas, cigarros, loucura, conversas, carro, casa, comida, net, louça, TV, livro, música, cama.

Domingo: round three. Casa, TV, sofá, TV, clipes, telefones, frio, preguiça, fantasia, buteco, cerveja, pessoas, coisas, Felipe, Tim, vontade, caminhada, presente, casa, net. Cama?

Everyone makes one mistake
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Divertido e desbocado. Como não sonhar contigo?
[...]

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Descendo a rua da minha casa, tentando conciliar coisas. No lado oposto, na calçada do outro lado da rua, algo furtado, roubado, no lugar errado. Não posso perder a chance. Não só não perco como vou correndo. Pego e tomo conta. É meu. Agora eu tenho um carrinho de supermercado no meu quarto.
[...]

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[...]

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"Well, that'll be the day when you say goodbye
Yes, that'll be the day when you make me cry
You say you're gonna leave, you know it's a lie
'Cause that'll be the day when I die
"
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Nossa, eu fui me meter na discussão... Agora tem milhares de mensagens na minha caixa postal. Não sei MESMO porque eu assino grupos de discussão...
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Recebi por emelho:
A Loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa.

Todos os convidados foram. Após tomarem café a Loucura propôs: 'Vamos brincar de esconde-esconde?' 'Esconde-esconde? O que é isso?', perguntou a Curiosidade. 'Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até cem e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar, e o primeiro a ser encontrado ser é o próximo a contar.' Todos aceitaram, menos o Medo e a Preguiça.

-1,2,3,... a Loucura começou a contar.

A Pressa se escondeu primeiro, em um lugar qualquer. A Timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A Alegria correu para o meio do jardim. Já a Tristeza começou a chorar, pois não achava um local apropriado para se esconder. A Inveja acompanhou o Triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A Loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O Desespero ficou desesperado ao ver que a Loucura já estava no noventa e nove.

-Cem, gritou a Loucura. Vou começar a procurar.

A primeira a aparecer foi a Curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a Loucura viu a Dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados que ficasse estaria se escondendo. E assim foram aparecendo a Alegria, a Tristeza, a Timidez ... Quando estavam todos reunidos, a Curiosidade perguntou: -Onde está o Amor? Ninguém o tinha visto.

A Loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do Amor aparecer. Procurando por todos os lados a Loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o Amor, gritando por ter furado o olho com espinho. A Loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do Amor e até prometeu seguir-lhe para sempre.

O Amor aceitou as desculpas.

Hoje, o Amor é cego e a Loucura sempre o acompanha.
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Ele não foi. Ela foi e não gostou. Ele se envolveu. Ela foi e não viu nada acontecendo. Ele caiu. Ela foi e não gostou do que viu. Ele dá saudades. Ela foi e foi feliz naquela boca de blusa amarela. Ele também beijou. Ela deixa todo mundo preocupado. Ele faz falta. Ela é bonita demais. Ele tem o melhor abraço do mundo. Ela é Madball. Ele é um estúpido. Eles são duros na queda. Ele dormiu no buteco. Ela fala demais. Ele é libertino. Ela é punk. Ele conhece aquilo. Ela nunca sai comigo. Ele tem 15 anos! Ela está mais ruiva. Ele está mais careca. Minha sexta-feira e minhas pessoas.
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Garanto que quem sonha comigo deve sonhar bem.
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'Você tá cheirosa. Se arrumou para quem?'
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Que história é essa do blogger agora ter DUAS propagandas?
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Sabe quando você acha que podem estar falando de você? E você fica perguntando: será que essa aqui sou eu? Será que ele escreveu isso para mim?

Pois é. Isso chama-se consciência pesada. Não me arrependo do que disse, mas tenho medo de que não entendam o que aquilo significa.
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john mayer
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Só depois de ler que percebi o quanto foi patético isso. Bah.
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Foram vinte e três meses completamente juntos, dois meses de entre-safra, um mês brigando e um mês chorando juntos. Ao todo isso dão vinte e sete meses. Dois anos e três meses. Vai ser hoje. Aquele (re)encontro. No dia do aniversário. Que beleza. Reaja bem, Camila. Reaja bem! Não é nada demais mesmo. Lembra, não tem mais nada a ver mais. Acabou. Você acabou com tudo. Você não quis voltar primeiro. Você. Agora engole esse nó que deu na garganta de novo e lembre-se que não é pra ele que você está indo lá. Não é para ficar nervosa.
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'Sonhei com você.' É mesmo? (pensando: Ai que medo!) 'É. Você era modelo....' Eu? 'Hunrun!' Doido! 'Estava pensando...' Lá vem! 'Não, sério! Eu estava pensando que você, se quisesse, desbancava a maioria das mulheres por aqui.'

Ou seja, se você fosse mais magra ia ser linda, mas com é gordinha, ninguém te nota. Ah. Obrigada por jogar isso na minha cara mais uma vez.
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O incrível é que eu acho que tem gente que tem certeza que eu vou voltar a escrever no Journal...
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Se você olhar para mim agora vai pensar que eu sou uma porca que nunca limpou o nariz, mas isso é um corte viu, gente? Um corte. É. Eu tive a manha de conseguir cortar meu nariz. Por dentro da narina esquerda. E muito. E sangrou pra caralho. E foi sábado. E está doendo demais até hoje. E ai de quem encostar no meu nariz!
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Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold. Hurtmold.
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Eu nunca mais vou conseguir sentar no computador e ler todos os blogs e todos os e-mails. E eu não consigo descobrir um bom critério para escolhê-los. Ai. Falta de paciência com esses computadores meia-boca da PUC...
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Ah. Eu esqueci. Meu carnaval foi ótimo. Obrigada por quem estava do meu lado e me acolheu em casa e pagou cerveja para mim e riu um pouquinho das minhas piadas e dançou comigo e falou que eu estava linda e me deu carona e fingiu que não sabia o que estava acontecendo e cuidou de mim. Obrigada mesmo.

p.s.: eu ia colocar um link para cada pessoa ali em cima, mas (1) não são todos que têm blog, (2) o suspense é muito legal, (3) tem pessoas que participam de mais de uma categoria, então ia ficar meio complicado isso. Ah. Esse p.s. era só para explicar que são várias pessoas...
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Faculdade vazia e eu achando que mais uma vez devia ter me calado. Aliás, eu devia calar a boca a cada impulso de dar a minha opinião na vida dos outros. O problema de se envolver com as pessoas é o envolvimento. Droga, ow. Quando eu começo a achar que estou segura o povo viaja errado em mim. Ou eu viajo errado no povo. O problema de sorrir é que as pessoas sorriem de volta. Então eu volto para a meu lugar seguro, onde ninguém me conhece e ninguém me pede conselhos, onde ninguém me procura e eu não tenho que procurar mais ninguém. Então eu volto para dentro de mim e paro de sorrir por um tempo. Pessoas sempre me deixam nervosa, sempre. Então o conforto mora no molhado que escorre dos olhos. Então eu sou covarde mesmo. Eu sempre escolho o caminho mais fácil...
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Filme:
A Lenda do Pianista do Mar

Giuseppe Tornatore, diretor de Cinema paradiso, assina o roteiro e a direção da belíssima história de Nineteen Hundred (1900), um pianista que 'não existiu'. O cenário é um transatlântico chamado Virginia. Uma certa manhã, Danny (um grande negro que trabalhava nas máquinas do navio) procura algo de valor entre a sujeira do chão do salão da primeira classe e, logo acima do piano, acha dentro de uma caixa um bebê de quem tomaria conta pelos próximos oito anos. Nineteen Hundred nunca foi registrado, nunca foi reclamado, nunca foi procurado. Era uma pessoa que 'não existia'. Nasceu no mar, terra de ninguém. O pobre garoto não tinha nem nacionalidade, pensavam que não teria mais nada depois que seu guardião, Danny, morreu em um acidente nas caldeiras. Mas Nineteen Hundred tinha algo que não poderia ser trocado por nada, tinha a música. Uma noite sentou-se ao piano e tocou uma música linda de despertar a todos do navio e, quando o capitão veio chamar-lhe a atenção, mandou-lhe um FODAS do melhor estilo na cara. Virou o pianista do navio.
Danny tinha medo de que tirassem o garoto das mãos e por isso não deixava Nineteen Hundred sair do navio quando criança. Quando adulto, o pianista (que já se mostrava muito mais que genial - era único) não quis mais descer.
Olha só, posso falar horrores do filme. Ele é lindo. A trilha sonora maravilhosa. É o primeiro filme em inglês desse diretor. Foi lançado em 1999. Ganhou Globo de Ouro pela trilha (acabei de falar que é perfeita, né?). O Tim Rott teve a manha de manter olhos vazios e cheios daquele jeito. Impressionante como os olhos dele diziam nada mas continham uma imensidão de coisas. Incrível.
Nineteen Hundred se apaixonou sim, por uma linda jovem que apareceu em sua frente quando ele gravava sua música pela primeira vez. Ele também fez amigos, o principal sendo Max, que nunca se esqueceu do melhor pianista do mundo. Tinha um inimigo também, que se dizia o pai do jazz e perdeu para Nineteen um duelo ao piano.
Fazia tempo que eu não me emocionava com um filme. Sorte esse ter caído na minha mão assim...
[...]

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Filme:
O Chamado

Até que é bom, quer dizer, não é ruim. Mas eu acho que filmes de terror/suspense/horror não deviam ter falhas no roteiro... Podem (e devem) deixar (várias) questões sem resposta, mas falhas no roteiro não, né? Para falar a verdade, nem sei se aquilo é falha, mas ficou esquisito, sei lá. Não faz diferença nenhuma, mas... E ela nunca dorme.
[...]

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Para quem ainda não viu, assistam o episódio da towelie do South Park.
[...]

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Filme:
Tudo pra ficar com ele
cameron dias, selma blair e christina applegate
Mais uma comédia romântica com a Cameron Dias. Sabe aquelas piadinhas que você não sabe se é para rir ou ficar constrangido? Tipo isso. Mas até que eu gostei, achei esse melhor. Me lembrou das minhas amigas, de certa forma. Ah. Barato, fácil e sem complicações. Ótemo!
[...]

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Marco,

tomara que você esteja lendo isso ainda. Tomara que eu ainda consiga pelo menos um pouquinho da sua atenção, mesmo que dolorida.

Tem dias em que a gente acorda sem o nosso maior dom, você nunca sentiu isso? Por muitas vezes eu acordei simplesmente sem conseguir colocar as palavras na ordem correta. Por incontáveis ocasiões eu me sentei em frente a um papel e uma caneta e senti como se estivesse naquele primeiro dia de aula do pré-escolar. São dificuldades.

Aí, naquele triste dia daquela triste discussão, eu estava bem brava. Bem brava.

Nesse último mês têm acontecido coisas estranhas na minha vida, como a saudade de um ex-namorado em particular e uma declaração completamente inesperada. Pois é, um amigo virou para mim jurando amor eterno e, quando se deparou com uma resposta negativa, pirou. E fez com que eu pirasse junto. Brigamos várias vezes por isso, desgastamos nossa relação.

E naquele dia eu estava na pilha por esse problema. E não aguentava mais ver você falando aquelas coisas para mim. E você não entendeu que eu só não queria mais OUVIR/LER. E depois eu não ia mais conseguir explicar porque já estava nervosa demais.

E agora eu fico aqui pensando se devo ou não entrar no seu blog e saber como você está. E fico quebrando a minha cabeça para saber o que você anda pensando. Ai droga.

Eu me arrependo de ter falado daquele jeito. E esse é meu jeito de pedir desculpas.
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Aqui em casa a gente se dividiu em grupos. Quem odeia o Dhomini e quem não odeia o Dhomini. É sempre assim. Eu e meu pai sempre somos adversários. Estou derretendo no calor e discutindo de BBB3. Credo.
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Odeio isso em mim de sempre pensar que fulano gosta mais de ciclano porque ciclano é mais magro. Aaaaai.
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óia eu!

Modeerrrrna! Você quer ser a pessoa mais moderna do universo. Ou está preservando as suas raízes de quando era uma adolescente punk. <-- teste
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Quem espera coisas ruins dos outros só recebe o mal mesmo Pode parecer papo de auto-ajuda (e não deixa de ser), mas é a mais pura verdade. Eu sou completamente boba e inocente em alguns aspectos, sempre acho que as pessoas desejam o bem pros outros, saca? Claro que eu sei que não é todo mundo assim, mas ao invés de achar que todos são ruins, eu sempre penso: 'de todas as pessoas do mundo eu vou ter que conhecer alguém ruim agora? Não! claro que não!'

E aí vou vivendo minha vida numa boa, sem ser atrapalhada demais, sem problemas, sem tretas. Mas em minha volta acontecem as tretas e logo elas vão chegando cada vez mais perto. E quando eu acordei hoje de repente me vi no meio de uma.

Confio numa pessoa e quando acordo percebo que minha bolsa está revirada, minha carteira faltando dinheiro e minhas coisas espalhadas pela casa. O dinheiro eu tinha que pagar mesmo, mas não justificava essa de entrar no quarto e fuçar nas minhas coisas enquanto eu durmo. Não rola mesmo. Fiquei ofendida mais do que todos os outros dias, quando só ela podia encostar nas coisas dela enquanto as minhas iam aonde ela queria. Um saco.

Eu não tenho NENHUM apego a coisas materiais, o que é meu eu gosto mas pode ser seu também. Eu não me importo em emprestar as coisas, meus tênis ficam temporadas em casas de amigas. Eu não me importo com sujeira, porque sujeira a gente limpa. Eu odeio medo de fazer as coisas, medo de encostar, quebrar, sujar, estragar. Eu não tenho.

Não quero ficar a vida toda segurando o copo com as duas mãos e colocando alguma coisa embaixo dele para não manchar a madeira. Eu quero é ver a madeira manchada e lembrar que ali é meu lugar de colocar copos. Eu quero deixar minha marca nas coisas, quero ser lembrada. Quero ficar à vontade o tempo todo, nada de neuras pro meu lado. Eu quero é que o copo se quebre em mil pedaços, porque aí eu vou ter que comprar um novo. Nada melhor que coisas novas depois que as velhas são jogadas no lixo.

Cansei. Chega. Nunca mais entro naquela casa, nunca mais. Ponto final. É minha amiga e tudo mais, mas simplesmente insuportável. Insuportável e stressinho. Blergh.
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Eu sei onde vou passar meu próximo carnaval. Porra. Eu vou antes pra lá, o que resulta em duas visitas em menos de um ano. Yeah. E, se bobear, eu ainda vou no Abril Pro Rock do outro ano... O que seriam três visitas. Contando que cada parte da viagem gasta 36 horas, em um ano eu ficaria 216 horas dentro do ônibus indo/vindo de Recife. Putz.
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Tô na casa da Aline tirando fotos. Depois eu posto TUDO. Se segurem porque são muitas!
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