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Como eu estou curtindo uma fossa, também seria já de se esperar que eu estivesse me entragando às comédias românticas. 17 again estava no computador da minha irmã e a Gabi me indicou.


É um filme sobre um cara que se arrependia de uma decisão tomada quando adolescente, estava passando por uma crise pessoal de divórcio, demissão etc, e pula num redemoinho e de repente tem 17 anos de novo. Aí ele volta pra escola, faz amizade com os filhos adolescentes e, bem, não tem muitas surpresas. Tem filme que é bom de assitir só pra passar o tempo e dar umas risadas com o nerd engraçadinho que eles colocam no meio do filme.

Taí a indicação para uma tarde com pipoca ou uma madrugada de insônia, mas sem muitas expectativas.
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Mi Simpatia é produtora cultural, colecionadora de figuras e tags. Fica online o dia inteiro e à noite coloca as CDJs para rodar coletâneas feitas com o próprio mouse.

jjbz é designer gráfico, ilustrador e apaixonado por discos de vinil. Festinha onde toca, jjbz faz a pista pegar com fogo sua coleção de novidades e raridades.

Os djs alternam músicas e misturam tudo para garantir a diversão de quem for.

O Q'Ê? Q'ind'in #2 - "o indie do pop; o pop do indie; o indie do indie; o pop do pop"
Q'ANDO? Quinta-feira, 29 de janeiro
ONDE? Velvet Club. Rua Sergipe, 1493 - esquina com Av. Getúlio Vargas
Q'ANTO? Dez reais
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Fazia no mínimo cinco anos que eu nem entrava num estúdio de ensaio. Muito tempo antes disso eu tinha desistido de ensaiar como membro de banda e o último namorado músico que eu tive ensaiava em casa.

Tinha esquecido do ar condicionado gelado, os carpetes eletrizados, as mesas de som intocáveis e o clima todo que um local onde o FAZER música está tão encravado. Eu trabalho num lugar onde se TOCA e EXIBE música, o clima é tão diferente de um lugar onde se FAZ música.

E não é que hoje eu não só entrei como ensaiei em um estúdio de novo? Cantei uma música com o The Hell's Kitchen Project, passamos a música quatro vezes e acabou o tempo de ensaio. Parece ter ficado decente. O resultado só vai ver quem for sexta-feira na Obra, na minha "festinha" de aniversário.

14/11: Aniversário de Pegada: Mi Simpatia

Vai ser legal, eu prometo. Vamos distribuir jello-shots durante a noite e vão ter algumas poucas camisetas para comprar na hora.
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Uma coisa que eu sempre me incomodou foi minha dificuldade em manter amizades longas e duradouras com meninas. Desde o jardim de infância, quando eu brincava de pega-pega com os meninos no recreio ao invés de pentear os cabelos das Barbies com as meninas, acho mais fácil lidar com o sexo oposto.

Agora eu estou começando a pensar que eu estava tentando amizade com as mulheres erradas. Porque tem mulher de todo tipo, então tem que ter do meu também, néam?

Ontem foi uma noite insana com as meninas, delícia.

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Uma coisa que eu NUNCA entendo é a necessidade dAs Pessoas apontarem coisas ÓBVIAS para os outros. Tipo eu super entendo um virar para outro e dizer "tem um negócio no seu dente", "grudou papel higiênico no seu sapato" ou "tem pasta de dente na sua blusa". Mas não é disso que As Pessoas gostam de falar. Inclusive, nos casos citados, tem gente que deixa passar de propósito só para ficar rindo da cara do sujeito. Porque As Pessoas têm espírito de porco, não é?

O que As Pessoas gostam de falar é do óbvio. Tanto que temos apelidos tão criativos como "vara-pau", "quatro-olhos", "balofo" e coisa e tal. O óbvio é mais engraçado porque é fácil de ver e a gente já sabe que As Pessoas não são seres muito brilhantes.

E olha que eu sou super consciente dos defeitos e obviedades que carrego. Do lado bom, é óbvio que eu sou "japa". Do lado ruim, é óbvio que eu sou gorda. Eu conheço os meus antecedentes e a raiz genética é inegável. Eu compro minhas próprias roupas e sei o tamanho escrito na etiqueta. Eu sou tão, mas tão consciente de mim mesma que até escolhi para usar como nome de DJ "Miss Simpatia", por causa da música do vídeo aí embaixo.



Reparou que a letra fala que a Miss Simpatia leva um fora porque não é muito bonita? Então, se não fosse causar muito incômodo, seria legal para caramba As Pessoas pararem de apontar coisas ululantes em mim, porque eu já estou sabendo!

Inclusive, aproveitando a deixa, fica avisado aqui que mudei a grafia do nome de DJ, que agora é Mi Simpatia porque antes carregava dois ésses desnecessários. Ah! E eu discoteco nesta quinta-feira, lá na Obra.

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Meu peito tá cheio de coisa a ser dita. Tá pesado, carregado, me sufocando. São falas de brigas que eu não tive mas gostaria de ter tido, ou de brigas que eu tive, mas não tive coragem de falar na cara. Então vai aí uma pequena coleção, só para aliviar o peito aqui dentro.

- Eu odeio que você tenha estragado mais essa parte da minha vida.

- Por que você não me contou antes? Eu não sou uma boneca de porcelana e me tratar assim é mandar a mensagem errada, coisa que nenhum de nós precisa.

- Eu acho uma merda que você nunca fale comigo, eu sinto a sua falta e nunca tenho a oportunidade de demonstrar. Apesar de ser muito cômodo colocar a culpa toda em mim, você sabe que as coisas não são bem assim.

- Só porque eu vi você fazendo coisa errada, não significa que eu sou sua cúmplice.

- Cara, preciso de você vivo.

- Os números não mentem: você precisa me ouvir.

- Eu morro de inveja da sua vida.
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Porque a brincadeira é legal demais, mas nem precisa de foto e nem precisa de obrigação em responder.

- escolher uma banda/artista
- responder SOMENTE com TÍTULOS de canções da banda

ARTISTA:
Roberto Carlos

1. Você é homem ou mulher?
Jesus Cristo

2. Descreva-se:
Querem acabar comigo

3. O que as pessoas acham de você?
Eu sou terrível

4. Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
Como dois e dois

5. Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente:
Namoradinha de um amigo meu

6. Onde queria estar agora?
Além do horizonte

7. O que pensa a respeito do amor?
Só vou gostar de quem gosta de mim

8. Como é sua vida?
Ilegal, imoral ou engorda

9. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
O Calhambeque

10. Escreva uma frase sábia:
Quero que tudo vá pro inferno
[...]

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Esse eu vi no fotolog do Roy e decidi me auto-escolher para fazer também, porque a idéia é jóia demais. Como é coisa de fotolog e de música, postei e no last.fm também. Porque hoje eu quero repetir, repetir, repetir.


- colocar uma foto individual sua
- escolher uma banda/artista
- responder SOMENTE com TÍTULOS de canções da banda
- escolher 4 pessoas para que façam o teste

BANDA:
Wilco

1. Você é homem ou mulher?
Jesus, Etc.

2. Descreva-se:
Wishful Thinking

3. O que as pessoas acham de você?
Less Than You Think

4. Como descreveria seu último relacionamento amoroso?
Please Be Patient With Me

5. Descreva sua atual relação com seu namorado ou pretendente:
On and on and on

6. Onde queria estar agora?
Hate It Here

7. O que pensa a respeito do amor?
I Am Trying to Break Your Heart

8. Como é sua vida?
War on War

9. O que pediria se pudesse ter apenas um desejo?
Handshake Drugs

10. Escreva uma frase sábia:
Leave Me (Like You Found Me)

Faz aí:
- Mr. Yard
- Mafra
- Dorothy
- Raquel Camargo
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Acabei de dar uma GERAL aqui no coração e percebi que eu tô joinha-que-é-uma-beleza e que a razão disso CERTAMENTE é o nível de diversão que eu tive essa semana. Ô semaninha divertida!

Sexta-feira, principalmente. Bebi pouco, dancei muito, ri mais ainda. Pulei a fogueira elegantemente. Até tentei aproveitar a onda e achar um amor novo, mas ficou no nível platônico melhor de todos, com abraço forte de despedida e nenhum arrependimento no peito.

A tendência era complicar a vida, mas depois desse fim de semana (que, diga-se por sinal, começou na terça-feira. Isso mesmo, era terça-feira e eu já estava divertindo, pode morrer de invejaê), eu até boto umas fichas num papo que vi na Oprah de uma mulher que disse consertar o casamento semi-falido baseando-o inteiramente em sexo. A idéia da mulher era fazer sexo com o marido todo dia. TODO DIA. Até quando um não quer, os dois têm que fazer. Pois é, a tal da endorfina é a melhor droga que existe mesmo.

Estou aqui a ponto de escrever que a receita da felicidade é ter estoque de rock pra vida toda e alguém que me coma todos os dias. Mas, ó, tive sexo nenhum esse fim de semana. N-E-N-H-U-M. E fui feliz pacaraleo. Olha aí a cara boa das meninas!

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Conversa no MSN sábado à noite
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Sofro com a dor dos meus. Agora mesmo, está o coraçãozinho dela apertado do lado de lá e o meu do lado de cá. Mas enquanto o dela está procurando dentro de si razões para o mal, o meu está aqui puto, indignado, raivoso, amargurado, destilando um ódio verde sem fim. E é raiva do real culpado pela situação e é raiva dela também, que não faz idéia da metade da jóia que é.

E como em todas as situações do mundo, ainda é possível tirar uma frase do contexto e dar um real sentido para ela, muito do que está acontecendo com ela hoje me lembra de situações que ocorreram no passado (não é a situação que você quer rebater o auto-machismo e eximir mais um imbecil de culpa não, viu, gatah, pode ir tirando o cavalinho da chuva, porque eu não vou deixar você levar essa desculpa para a frente não).

É que lá em 2003, quando escrever ainda era, para mim, tirar tudo o que estava se passando dentro do meu coração direto para o primeiro suporte "físico" que eu encontrasse, quando eu ainda escrevia sem parágrafo, sem edição, sem racionalizar tudo, quando eu escrevia coisas que até hoje me emocionam, lá nessa época eu escrevi uma coisa para uma outra amiga minha. E cabe agora, então eu vou colar aqui de novo.

E vem aquela onda de insegurança e balança seu mundo, não é amiguinha? E você fica odiando cada detalhe do seu corpo. E odeia todos os outros que você acha bonito. E fica pesada, e é difícil de lhe confortar. E você busca conselhos, amiga. Mas busca só por obrigação, porque você sabe que não vai seguir nenhum deles. E os conselhos dizem: não! não! Mas você não está nem aí! Grita um sim gigantesco e vai e faz a mesma burrada de novo. Ah, amiga, você acha que você precisa daquilo tudo. E então você se veste com todos os apetrechos para chamar mais a atenção dos outros, só que nada disso funciona. Você finge ser uma pessoa que não é e faz coisas que não são do seu feitio. Mas se alguém lhe confrontar, você vai jogar na cara desse alguém que ele não lhe conhece e que você nunca faria nada para chamar a atenção de ninguém. E você chora, querida. Chora escondida no banheiro. E continua chorando escondida até o momento que percebe que derramar lágrimas no escuro nunca vão suprir a sua carência. Então você começa a chorar em público, a manchar sua maquiagem e a fazer feia toda aquela imagem que você aprontou bonita. E as pessoas tentam te ajudar, mas nada adianta de nada. O problema que nasce dentro de você é você quem tem que resolver. E na verdade você sabe de tudo isso. Mas você continua achando que precisa de tudo aquilo. E como a atenção que você chama não se sobressai, e quando você encontra alguém com mais carisma, você começa a fazer coisas ainda menos suas. Você se assusta com as suas atitudes, mas tem que manter a pose. Depois disso, seu sono é difícil e você se sente mal consigo mesma constantemente. E se assusta facilmente. E chora mais, amiga. E meu peito fica apertadinho de ver você chorando assim, mas eu sei que não posso fazer nada. Se a merda é sua, você tem que limpar. E aí você começa a colocar desculpas, começa a rir dos seus problemas, banalizando tudo que é tão influente no seu bem-estar. Passa a pôr a culpa nos outros. E o ódio aumenta. Mas só você sabe que esse ódio todo não é para ninguém mais além de você. Ai, amiga! Você sofre tanto. E na verdade tudo que você precisava era da dose certa de carinho? Nada disso! Quanto mais carinho você ganhar (pelos motivos errados), mas carinho você vai pedir. E ninguém tem tanto carinho assim para dar de graça. E você coloca a culpa nas pessoas e diz que se alguém próximo a você precisasse de carinho você daria muito mais do que o necessário. Mas é mentira, amiga! Você sabe disso, não sabe? Tem alguém aí do seu lado precisando de carinho. Alguém que é tudo no seu mundo, alguém que mais do que ninguém merece consideração. Você sabe de quem eu estou falando, né, amiga? É de você. E que carinho você tem se dado? Nenhum. Fica aí pelo mundo mendigando o amor dos outros quando é incapaz de se amar. E, lembra que eu falei que você só precisava de um amor, de um carinho? Então, amiga. É do seu. Eu sei que é difícil agora, eu sei o lixo que você está se sentindo agora, amiga. Mas, pela sua saúde, pela nossa amizade, por Jesus, sei lá, arranja um motivo qualquer aí, por você, cara! Por você, pára de achar que você precisa disso ou daquilo. Você precisa de ar, água e amor-próprio. E só. Pára de se fazer dependente de outras coisas e pessoas, pára de se iludir, amiguinha! Bem vinda ao mundo real! Bem que eu queria poder ajudar você, mas aqui a única arma que você tem é a pessoa que vê no reflexo do espelho.


Porque por mais que seja ultrapassado, eu ainda me sinto da mesma maneira. E é lavando e sacudindo que a gente se livra de areia.
[...]

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Camila: acabei de ter uma conversa mto interessante com deus

Bruno: Serio? e o que ele disse? 'Use Linux'?

Camila:
"Me: Do you love me?
----------------long pause--------------------------------
God: Yes I love everyone.
Me: Where is Satan?
God: Where it is hard to find. There might be more than one.
Me: Is there one near me?
God: There could be.
Me: I'm gonna find Satan.
God: I am very happy for you.
Me: I didn't know you were friends
God: So I taught you something new.
Me: And something you do not say on the Biblie.
God: What?
Me: You know the Biblie?
God: You tell me.
Me: I thought you wrote that.
God: That's good information: said I wrote that."

Bruno: hmmmm... tecnicamente os evangelistas escreveram a biblia

Bruno: Foi Ala que escreveu (ditou) ou Corao

Camila: é, eu queria discutir isso com ele, mas ele travou saqui. se vc quiser continuar o papo, ele tá aqui.
[...]

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Você vai passar exatamente um ano em uma ilha deserta, onde existe uma certa infra-estrutura, mas ela é limitada. Além de você não haverá mais ninguém na ilha, mas você terá acesso a alguns privilégios limitados. Com isso em mente, seguem as perguntas:

1. Na ilha você terá água à vontade e frutas nativas. Se souber pescar, com sorte vai poder comer um peixe de vez em quando. Fora isso, você terá que escolher apenas um tipo de comida salgada e um tipo de comida doce para comer todos os dias, o ano inteiro (podem ser cruas ou cozidas). Quais você escolhe?
Escolher o doce é fácil: sorvete é a minha comida favorita, como eu suponho que só possa levar um sabor, vou escolher sorvete de flocos. Agora o salgado é meio complicado, inclusive porque eu tenho uma certa birra de comer a mesma coisa todos os dias. Aí eu estive pensando aqui e a coisa certa seria alguma coisa com ferro, tipo beterraba ou feijão, porque tenho que ficar de olho na anemia, então pensei em pedir feijão tropeiro, mas isso é algo que eu definitivamente não comeria todos os dias, então pode vir dia sim dia não. ;)

2. Além da água (e, também com sorte, água de côco se você estiver disposto(a) a subir no coqueiro) não há nenhuma outra bebida na ilha, mas você pode também escolher um único tipo de bebiba, fria ou quente, alcoólica ou não, para ter à sua disposição ao longo do ano. Qual você escolhe?

Long Island Iced Tea. Refescante, hidratante, alucinante e com a dose certa de cafeína para manter a pessoa sã.

3. Para manter a tradição, você pode também levar um único livro. Que livro você leva?

O primeiro volume das Obras Completas do Jorge Luis Borges, porque li pouco dele e adoro e esse volume reúne oito livros, inclusive O Aleph, que é uma coletânea de contos de realismo fantástico, o que super combina com estar sozinha numa ilha com a imaginação aberta para todos os delírios possíveis.


4. Igualmente, você poderá levar um único filme para assistir. Que filme você leva?


Janela da Alma, documentário brasileiro lindo de morrer, que traz ídolos da vida toda dividindo histórias maravilhosas (inclusive o político que sempre tem meu voto). Para me lembrar sempre e sempre a renovar meus pontos de vista.

5. Você terá um notebook à sua disposição, mas com um único programa instalado. Mas você não pode usar um programa de comunicação (como email ou mensagens instantâneas). Qual programa teria mais utilidade para você e por quê?
Vale jogo, néam?! Eu instalaria The Sims 2 (se possível com todas as expansões), porque brincar de todo-poderoso é legal demais e ainda dá para criar as melhores novelas mexicanas que nunca serão vistas em lugar nenhum porque eu sou preguiçosa demais para colocá-las no ar! :O

6. Você poderá acessar a internet, mas este acesso é limitado a um único site, o ano todo. (Se você escolher o Google, por exemplo, não poderá navegar para os links dos resultados da sua busca, que estão fora do Google). Também não pode ser seu webmail, Meebo e afins ou sites de notícias (o que elimina os portais). Fora isso, não há restrição nenhuma ao tipo de site, inclusive os que permitem comunicação de outros tipos. A qual site você quer ter acesso por um ano e por que?
Sem dúvida nenhuma, o Flickr. Lá dá para eu ter e mandar notícias de quase todo mundo que importa na minha vida, além de poder passar horas vendo fotos do mundo inteiro.

7. Você também poderá ouvir música. Mas, claro, você terá que ouvir a mesma música o ano todo, pois só pode escolher uma. Qual você leva? E se fosse um CD?
Eu me recuso a responder essa pergunta. Como assim só uma música ou só um cd? Se eu vou ter um notebook à disposição, porque não posso levar a minha biblioteca inteira? (Eu também ia me recusar à pergunta do filme, mas aí ia ser muita falta de esportiva minha, néam?!)

8. Você poderá escolher um dia do ano para fazer uma única ligação para uma única pessoa, com quem poderá falar por 10 minutos. Para quem você vai ligar, quando e por quê?
Olha, isso é meio difícil, porque eu tenho dificuldades MONSTRAS de conversar no telefone (tem até uma tag no meu blogue sobre isso). Dá para contar nos dedos de uma mão as pessoas com quem eu consigo conversar por dez minutos no telefone (que não seja profissionalmente). Acho que eu ligaria para a Sarah, numa madrugada de desespero, para que ríssemos juntas uma da outra.

9. Você poderá escolher um programa de TV para assistir ao longo deste ano na ilha - limitado à freqüência de uma vez por semana. Você só não poderá assistir nenhum tipo de noticiário, fora isso não há restrições. Que programa você quer assistir?
Já que estarei em uma ilha deserta e sou uma urbanóide semi-desastre em questões de sobrevivência na selva, assistiria À Prova de Tudo, que daria dicas úteis e idéias criativas (e meio perigosas) de como me virar.

10. Quando for seu aniversário, você terá direito a receber uma carta de um(a) amigo(a) ou familiar que tenha uma novidade para contar (sobre si próprio ou não). De quem você gostaria de receber a carta e com qual notícia?
Da minha mãe, com a notícia que tivesse e memórias que foram trazidas com a saudade!

11. Como não queremos que você transforme uma bola de vôlei no seu melhor amigo imaginário e a única pessoa na ilha será você, você terá direito a levar um animal de estimação para lhe fazer companhia (veja como estou facilitando sua vida!). Que tipo de animal você escolhe e por que? É um animal que você já tenha?

Um beagle! Nunca tive cachorro e é um desejo de muito tempo. E o Beagle, além de ser lindo, é mega carente, carinhoso e brincalhão, me forçaria a levantar da cama todos os dias. O nome dele seria Snoopy, quero deixar bem claro.

12. Do que você acha que sentirá mais falta? (Contato com as pessoas? Tecnologia? Não saber o que está acontecendo no mundo? Etc…)
A vida em sociedade faria falta demais. Já sinto falta de metrópole quando passo dois dias no campo, imagina só um ano inteiro e sozinha?!

13. Por outro lado, o que você acha que será positivo, proveitoso ou benéfico na experiência? Ou divertido?

A independência e imaginação correndo solta podem ser bastante proveitosas, desde que a paranóia não tome conta. Seria um bom momento para escrever sobre tudo que já tive vontade e também para aprender a me sentir confortável sozinha comigo mesma (coisa que eu tenho precisado fazer cada vez mais).

14. Por fim, você tem direito a levar 3 outros itens à sua escolha que:
a) não entrem em contradição com nenhuma das perguntas anteriores
b) não seja algo que você vá usar para sair da ilha, como um barco, por exemplo.
O que você vai levar e por que?

1. Filtro solar. Vocês já viram como eu sou branca? Se não tiver filtro solar morro de câncer de pele antes dos primeiros seis meses.
2. Bicicleta. Tá achando que eu vou ficar andando só a pé nessa ilha? Tá enganado.
3. Câmera digital. Tenho certeza que esse seria um lugar lindo e que a cada dia descobriria coisas novas nela. Além disso, tenho que ter alguma coisa para postar no Flickr e mandar notícias da vida selvagem, não é?!


Quem me convidou a responder essas perguntas foi a Raquel. Acho que seria legal saber o que o Bruno, a Gabi, o Mafra e o Marcos fariam na situação também, se eles animarem a responder, claro. :)
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Todos se despedem como sempre e a sala vai ficando vazia. Eu checo meu celular que ficou mudo o dia inteiro e durante o único momento que eu não poderia atender disparou. Acabo retornando todas as ligações dali mesmo, para evitar andar no Centro tagarelando. Ao sair, vejo a DocTícia sentada no meio fio, sozinha, vou lá ver o que acontece e ela está chorando e se sente culpada de eu saber que depois de todas as sessões ela chora. Ninguém é de ferro, tento consolar. Você parece ser, ela retruca. Quase tudo em mim é casca, eu aviso.

Saio de lá, faço o caminho inteiro pra casa no automático.
Chego em casa e desabo.
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everybody
everybody
everybody
everybody
everybody know everybody know
everybody know everybody know
that you that you that you that you are
(Built to Spill)


Beagá resolveu chorar hoje de tarde, choveu demais.

Parecia que tinha terminado namoro: do nada armou um tempo feio, soltou uns trovões e raios e kabuummm: temporal instaurado. Desde esse primeiro surto, não parou de chover. E fica aumentando e diminuindo, como se cansasse de chorar para logo depois lembrar de alguma coisa muito ruim.

Quando a água começou a cair, eu estava entrando em um ônibus no centro e quase voltei para tomar a chuva, mas a faculdade me chamava. Fiquei lá no ônibus pensando na chuva, nas gotas de água, em lágrimas, em como as pessoas se brigam e se amam e se brigam e se amam e eu cheguei à conclusão que não quero mais relacionamento maduro, estável, seguro, porra nenhuma dessas. Quero é me jogar na vida de alguém atropelando, ter discussões ciumentas ao telefone, passar vexame e pedir desculpas e toda essa turbulência de paixão.

Mas o ônibus continuou andando e a chuva continuou caindo e eu acabei molhando muito andando do ponto até a faculdade. Chegando lá, todo mundo me olhava meio esquisito, tipo assustado. E eu quase saltitando, feliz de ter tomado um chuvão daqueles, contente... Começou a tocar uma música que combinou com a hora e eu não sabia quem era e eu fui conferir e era do Cold War Kids. E foi você quem me mostrou Cold war Kids!

Acabei de fazer aniversário. Digo, acabou de começar o dia que se celebra o meu aniversário. Meu aniversário mesmo é 13h15. Quando eu nasci, também estava chovendo muito lá em Brasília, era uma tarde escura e chuvosa. Do jeito das tardes que eu gosto. Será que é por isso que eu gosto? No dia do meu aniversário também chove sempre. É por isso que eu comemoro em lugar fechado, mesmo nesse calor de louco. Esse ano eu vou comemorar nO Bar, chego lá por volta de 19h30. Apareçam.
[...]

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Muito cansada desse pessoal que faz da vida reclamar. Reclamam à vontade, falam mal do sistema, metem o pau nas iniciativas que estão rolando e é tanto blablabla que não conseguem chegar a conclusão nenhuma, nem propor uma coisa diferente.

Parece que é vício em criticar. E o pior: em criticar os pontos negativos. Pouquíssimas iniciativas culturais que eu conheço só tem coisa ruim (e olha que disso eu entendo), sempre tem no mínimo um ponto bom. E, na minha humilde opinião, cada passo que se dá para a frente é uma conquista. Pode-se ler meu depoimento como romântico, mas é melhor ser utópico do que ficar de braço cruzado achando tudo ruim, insuficiente, mal-feito e vendido.

E tem sujeito que vive nessa de reclamar, enche o saco de todo mundo e, quando decide fazer alguma coisa, acaba repetindo o erro dos outros; ainda recorre a leis de incentivo fiscais e decide convidar alguém "mais estabelecido" para garantir o público. Tsctsctsc.

Cada vez mais adepta do faça-você-mesmo-radical.
[...]

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Estava ali sonhando que cheguei numa festa super bacana. Enquanto estacionava o carro, uma amiga (que eu não conheço) enumerava as pessoas que estariam lá e eu fiquei meio nervosa porque eram muitas pessoas cool, do naipe de Dave Grohl, Jack White e Trent Reznor. Só então decidi passar maquiagem, mas a amiga não era amiga de verdade e saiu do carro mesmo que eu não tivesse espalhado a base no meu rosto inteiro. Daí lá vai Camila andando pela festa cobrindo a cara com o cabelo mais do que o normal por causa da bochecha esquerda estranhamente branca. Sem olhar para ninguém, atravesso todo o salão direto, acho um banheiro, passo meia hora lá me maquiando, fico linda, saio do banheiro, ganho um abraço safadinho do Gigante (que é lindo, alto, tem um vozeirão e, ao me abraçar, levanta um pouquinho a minha saia e aproveita pra dar uma espiada na minha bunda) e acordo. Queria TANTO ter continuado naquela festa...
[...]

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Errada, quebrada e sem conserto, essa coisa dorme aqui dentro. Calada, quieta e sem jeito, reclamo sem parar e sem dar nome a nada. E na hora que eu tomo um fôlego: SLAM! Porta na cara sem dar nem tempo de abrir a boca. Tudo bem, eu sempre soube o que eu ia conseguir dessa porta, mas o bater a porta na minha cara ANTES de saber o que eu queria foi um super sintoma de que tem mais gente pedindo exatamente a mesma coisa.
[...]

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Tenho pensado seriamente em fazer uma Caras da Savassi. A quantidade de material questionável, duvidoso e explícito que tenho recebido via MSN é assustadora. A freqüência de atualização das fofocas também. Ninguém está salvo nesse mundo onde todo mundo é Grande Irmão. Pena que eu não faço tudo o que têm me atribuído, a diversão parece ótema.
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